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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

MODERNIZAÇÃO DO EXERCITO BRASILEIRO – 2011.


O Exército brasileiro é a força com maior contingente entre as forças armadas do Brasil com aproximadamente 200000 homens a sua disposição. Sendo assim, a sua modernização implica em dificuldades inerentes a esse fato. Os equipamentos a serem adquiridos, precisam, ser de custo relativamente baixo para poderem ser comprados em quantidades suficientes, e ainda possuírem uma tecnologia compatível com os cenários de guerra atuais. Essa tarefa é realmente complicada, na medida em que o contingenciamento de verbas para defesa impede, até que haja alimentos para os soldados nos quartéis, situação essa, que causa uma grande vergonha, se considerarmos que o Brasil é uma das maiores economias do mundo e que o problema, é, efetivamente, a falta de bom senso por parte do governo que não investe em defesa o que poderia investir, e ainda, não menos importante, há os oficiais de alto escalão, que não abrem mão das regalias previdenciárias que acabam por serem pagas com recursos disponibilizados pelo ministério da defesa, para investir em reequipamento.
Acima: O foco das forças armadas brasileiras, em especial o exército, tem apontado para a região da floresta amazônica. O processo de reequipamento precisa considerar este teatro de operações para ser bem sucedido.
O SOLDADO
O soldado do exercito brasileiro já tem sido equipado com coletes a prova de bala e novos capacetes. Porém, o colete usado pelo exército permite uma proteção contra armas curtas (calibre 9 mm). Este colete é adequado a situações de distúrbios urbanos, porém e caso de guerra, será necessário uma proteção superior para poder receber impactos de fuzis, até calibre 7,62X51 mm.
Outro equipamento que é importante estar disponível para mais soldados é o óculos de visão noturna. Hoje, este equipamento, já é usado, porém em uma parte muito limitada da tropa.
Existe um programa sofisticado de modernização do soldado do exercito brasileiro chamado COBRA (Combatente Brasileiro) que dará ao nosso soldado, uma capacidade inédita em termos de consciência situacional, letalidade e proteção. Este programa deverá ser influenciado pelo sistema FELIN, que é o sistema de modernização de soldados do exercito francês. A iniciativa do comando do exército em iniciar este programa foi uma ação muito importante na medida que muitas nações começaram a implantar programas similares em suas tropas. Devido ao elevado custo do sistema e sua complexidade, é natural que o sistema COBRA seja disponibilizado, exclusivamente, para tropas de elite, os soldados profissionais
Acima: Aqui temos soldados do exército francês equipados com o sistema FELIN, do qual será a inspiração para o modelo de modernização do soldado brasileiro, conhecido como "COBRA" (Combatente Brasileiro).
Com relação ao armamento individual, eu defendia que se substituísse o velho fuzil Imbel M-964 FAL por um fuzil moderno em calibre 5,56X45 mm. Eu li muitas matérias desde que publiquei a primeira versão deste artigo e mudei de opinião sobre este assunto. Hoje eu defendo que se substitua o FAL por um novo e moderno fuzil do mesmo calibre e o modelo IA-2 da Imbel possui uma versão nesta poderosa munição. Como alternativa ao IA-2, poderia se estudar a aquisição do modelo SCAR MK-17 da FN, pois se trata do melhor fuzil de assalto do momento. O uso de fuzis em calibre menor, o 5,56X45 mm, deve ficar limitado a tropas de operações especiais que necessitem de um armamento mais leve com mais munição. Neste caso, ambos os modelos que citei, o IA-2 e o SCAR têm versões neste calibre. Independentemente do modelo que venha a ser adquirido para nosso exército, é fundamental, dentro da realidade de combate atual, que o fuzil venha equipado com uma mira óptica. Os fuzis FAL brasileiros não dispões de miras ópticas como equipamento padrão, de forma que apenas alguns poucos foram equipados com lunetas. O ideal, para uso militar, seria o uso de miras ACOG (Advanced Combat Optical Gunsight) que permite uma maior precisão a alvos em distancias médias e, ao mesmo tempo, podem ser usadas com alguma eficiência e rápidos engajamentos, desde que o soldado seja eficientemente treinado.
Acima: O novo fuzil IA-2 da Imbel está sendo desenvolvido nos calibre 5,56X45 mm e no mais potente 7,62X51 mm (foto). Esta é uma das opções para substituir o velho FAL.
Abaixo: O fuzil FN SCAR MK-17 em calibre 7,62X51 mm é, sob alguns aspectos, o melhor fuzil já construído. Embora seja uma arma cara, se fosse construída sob licença, certamente custaria um pouco mais barato.
Outro ponto é que todos os soldados precisam star armados com uma pistola. Atualmente a pistola usada é a velha Taurus PT-92 em calibre 9 mm. Este modelo deriva da Beretta M-92 do mesmo calibre. Outro modelo usado no exército do Brasil são as resistentes pistolas Imbel M1911 em calibre 45 ACP, clone da mais bem sucedida pistola de todos os tempos, a Colt M-1911, desenvolvida pelo gênio das armas John M Browning. A substituição destes velhos armamentos é necessário pois se tratam de armas com pouco poder de fogo (M-1911) ou poder de parada limitado (Taurus PT-92). O calibre da moda nas instituições policiais é o .40 S&W, que alia a capacidade de poder de fogo de uma pistola 9 mm ao poder de parada equivalente a do 45 ACP. Nesse campo as pistolas que considero adequadas para sem adquiridas são a Taurus PT 840 ou a HK USP, bem mais cara. O modelo brasileiro tem capacidade para 15 munições no carregador mais um na câmara enquanto o modelo alemão (HK) tem capacidade para 13 munições no carregador mais um na câmara.
Acima: As novas pistolas PT-840 da taurus seria uma otima opção para dar uma arma de defesa pessoal para todos os soldados do exercito. No Brasil, não são todos os soldados que tem este armamento, porém eu considero que isto deve mudar e cada soldado precisa ter sua pistola.
Todo grupo de combate tem um soldado metralhador. No Brasil o armamento usado por esse soldado é o fuzil metralhador FAP, que é, na verdade, uma versão do próprio FAL com um cano reforçado e bipé montado. Por ser uma arma com pequeno poder de fogo, devido a seu carregador de apenas 20 tiros, deve ser substituído por uma arma mais eficaz que use o mesmo calibre do fuzil padrão, ou seja o 5,56 mm das armas sugeridas. As armas mais indicadas são o FN Minimi ou sua versão comando, MK-46, que usa fita de bala em uma caixa de 200 munições. Para metralhadora de uso geral, o Brasil usa, atualmente, a excelente, metralhadora FN MAG, que é usada pelos Estados Unidos também, com a designação de M-240. Porém trata-se de uma arma antiga também, e muito pesada (11 kg). Para substituir este armamento, a FN produz uma versão da MK-46 chamada MK-48, que dispara munição calibre 7,62 mm. Seria a arma ideal, até para padronização do armamento e, além disso, é consideravelmente mais leve chegando a 8 kg, aproximadamente.
Acima: A moderna metralhadora de uso geral FN MK-48, em calibre 7,62X51 mm, é a melhor solução para substituir as pesadas metralhadoras MAG do mesmo fabricante.
Para finalizar esta parte que trata dos equipamentos dos soldados e portanto portáteis, quero levantar a necessidade de um “lança rojão” ou um lança foguetes leve. O exército do Brasil, já usa o AT-4 da Bofors. Mas é uma arma descartável, de apenas um tiro, e isso não vejo com bons olhos. O russo RPG-7 dispõe de uma grande variedade de foguetes, e por um valor muito baixo, esta arma é capaz de parar um tanque com boa eficiência e ser recarregada após ser disparada. Em apoio a este lança foguetes, a tropa deve ser equipada com mais unidades do já usado lançador de granadas semi-automático MGL-MK-1 de 40 mm que dispara 6 granadas de múltiplo emprego com eficiência a uma distancia de 400 mts. Algumas tropas brasileiras já o utilizam, mas em escala muito reduzida.
Acima: O lançador de granadas semi-automático MGL MK I já é usado pelo exército brasileiro. Porém esta arma preia ser adquirida em maior numero para equipar um maior numero de soldados aumentando a flexibilidade e poder de fogo da tropa.
BLINDADOS
O Exército Brasileiro tem 128 tanques MBTs Leopard 1 A1, 91 Tanques MBTs M-60A3 de procedência norte americana. Recentemente adquiriu mais 240 unidades do Leopard 1 A5. Certamente que se trata de uma força de carros de combate respeitável em termos de números. Estes três modelos de MBTs foram modernizados e possuem capacidades respeitáveis, porém, é necessário ressaltar que tratam-se de veículos antigos e com poder de fogo inferior a de carros de combate com concepção mais recente. Ambos os modelos usam um canhão de 105 mm, considerado insuficiente para um combate contra carros de combate MBTs modernos, porém ainda válidos dentro do contexto sul americano. Eu penso que o exército do Brasil não deve reclamar com essa frota de carros de combate MBT, porém, é fundamental que os mantenha funcionando e operacionais. Li algumas informações de que o exército estaria tendo problemas em manter estes carros de combate devido a problemas de peças e mesmo de insuficiência de recursos financeiros. Este problema representa, sim, o obstáculo a ser superado, pois os veículos em si, são bons.
Acima: O Brasil adquiriu 240 unidades do MBT Leopard 1A5, Trata-se de um veiculo antigo, mas com sua modernização, ainda permanece como um carro de combate válido, principalmente no contexto sul americano.
Para transporte de tropas o Brasil, ainda usa os veículos Engesa EE-11 Urutu, do qual dispõe de 224 unidades e 584 unidades do M-113. Com relação ao Urutu, não há menor duvida de que se necessita de urgente substituição na medida de ser um equipamento ultrapassado e muito fraco em relação a sua proteção. Em dezembro de 2009, o Exército brasileiro assinou um contrato com a Iveco para o desenvolvimento e construção de 2044 unidades do veículo blindado de transporte de tropas Guarani com configuração 6X6. Este blindado, diferentemente do que se lê na mídia, não é um projeto novo. Ele é um derivado do veículo Super AV, do mesmo fabricante. Porém o modelo brasileiro tem a proteção blindada inferior à média deste tipo de veículo, provavelmente para manter os custos reduzidos. Este veículo terá uma versão de reconhecimento armado com um canhão de 90 mm. Outro ponto que considero estranho foi a escolha deste calibre. O ideal, para um veículo deste tipo, seria um canhão de 105 mm, como estava previsto no início do projeto. Esta mudança, provavelmente, também foi motivada em prol da redução de custos. De qualquer forma, mesmo não sendo o ideal, o Guarani trará uma melhor nesse segmento do exército que ainda depende de velhos e fracos veículos Urutus para transportarem seus soldados.
Acima: O protótipo do veículo de transporte de tropas Guarani da Iveco com seu canhão de 30 mm montado na torre UT-30BR da Elbit.
ARTILHARIA
Uma área que se precisa de muita atenção quando se pensa em equipamentos para seu exército, são as peças de artilharia. O Brasil possui, aproximadamente 712 peças de artilharia entre canhões de 105 mm, 155 mm, obuseiros auto propulsados e foguetes. Além desses equipamentos, o Brasil encomendou junto a sua industria bélica o sistema de foguetes Astros ll, fabricado pela Avibras. O Brasil usa apensa 20 unidades deste excelente sistema de foguetes de artilharia, já provado em combate real. O Exército Brasileiro precisa comprar mais unidades de Astros ll, sendo que um número “simpático” seria mais 80 unidades. Com relação aos canhões de artilharia, os antigos canhões M-101 de 105 mm, de origem americana, e o canhão M-56 da Oto Melara, deveriam ser substituído pelo novo canhão L-118 light gun, já em uso pelo exército de forma limitada (existem apenas 36 unidades), de forma a padronizar o equipamento e sua logística, assim como otimizar a capacidade da artilharia leve do exército. O não menos antigo, canhão M-114 AR de 155 mm, é uma arma muito ultrapassada e com capacidade altamente defasada ao que se consegue com canhões de sua categoria e calibre, de produção mais recente. Um canhão de alto desempenho adequado para substituir o M-114 seria o M-777 americano, cujo alcance da granada pode atingir os 40 km. Lógico que este equipamento é top de linha, no que diz respeito a essa classe de arma. Como alternativa mais em conta, pode-se comprar canhões M-198 de segunda mão, do exército dos Estados Unidos. Estes canhões podem atingir 22 km com munição standard e já daria uma significativa melhoria na capacidade de artilharia. Fora esses equipamentos mencionados, vale lembrar sobre a necessidade de se possuir uma força de morteiros leves e portáteis para se apoiar as forças de terra, na zona de combate.
Acima: O canhão M-777 em calibre 155 mm é uma excelente alternativa para substituir os velhos e pouco eficazes M-114.
ARTILHARIA ANTIAÉREA
Uma das áreas onde mais se percebe a carência de equipamentos no exército brasileiro, assim como nas outras forças armadas, é no campo da defesa anti-aérea. O Exército usa os canhões Oerlikon GDF 005 de 35 mm, canhões Bofors de 40 mm e mísseis antiaéreos portáteis Igla de origem russa. No passado recente o exercito contava com o sistema de defesa antiaérea Roland, móvel, que permitia uma excelente capacidade de defesa e escolta para as forças mecanizadas do exército. Porém este sistema terminou sua vida útil e não foi substituído deixando uma perigosa lacuna na capacidade de combate da força. Um sistema extremamente interessante para o Exercito Brasileiro é a aquisição de alguns sistemas Buk M1 russos, que permite uma defesa de área para os blindados que ele acompanha, a um alcance de 32 km, usando os mísseis mais antigos. Um sistema como esse permitiria ao exército, não só proteger uma coluna de tanques, mas pontos estratégicos como refinarias de petróleo, usinas hidrelétricas e quartéis generais. Uma alternativa ao sistema russo poderia ser o sistema israelense Spyder que usa os mísseis ar ar, adaptados para lançamento de terra, e conta com o míssil Python 4 de curto alcance (15 km) e altíssima agilidade e o míssil Derby de médio alcance (60 km). A vantagem seria uma economia de escala e facilidade logística devido ao fato da Força Aérea do Brasil (FAB) usar os mísseis Derby da Raphael.
Acima: O BUK M1, embora não seja a ultima palavra em sistema de defesa antiaérea móvel, já dariam ao exército brasileiro uma capacidade de defesa antiaérea inédita em sua história.
OPERAÇÕES FLUVIAIS NA AMAZÔNIA
O Exército Brasileiro é extremamente atuante na região amazônica e como nessa área existem muitos rios. Acaba sendo necessário que se use esses rios para locomoção e mesmo combate. Como dito antes, na matéria sobre modernização da marinha, a lancha de combate CB-90 de origem sueca é ideal para transporte de soldados e combate. E por isso a eventual aquisição dela para uso dos fuzileiros navais e pelo exército brasileiro, garantiria uma locomoção muito mais ágil, segura e eficiente naquele ambiente. Essa embarcação é a melhor solução disponível no mundo para esta função. Nosso exército já a conhece bem pois uma foi extensivamente testada nas Amazônia.
Acima: Testada pelo exército brasileiro na Amazônia, a CB-90 seria uma embarcação extremamente útil para dar mobilidade aos soldados naquele ambiente.
AS ASAS DO EXÉRCITO
O Exército Brasileiro possui uma aviação própria baseada em helicópteros de transporte e ataque. Atualmente os helicópteros usados pela força são os Helibras AS 550 A2 Fennec (18 unidades) para ataque, ligação e reconhecimento, Aerospatiale AS-365 K Pantera, para transporte (32 unidades), Eurocopter AS-532 UE Cougar (8 unidades) para transporte, Hlibras HB-350 Esquilo (14 unidades) para ataque, e transporte;o Sikorsky S-70 A Blackhawk (4 unidades) e a mais recente aquisição do exército na forma de16 unidades do modelo Helibras EC-725 Super Cougar para transporte . Como é evidente, não há uma padronização nos equipamentos, especialmente nos helicópteros de transporte de tropas. A falta de um helicóptero pesado, também, é uma carência inaceitável para uma nação como o Brasil. A principio, deve-se adquirir mais helicópteros de transporte, como o excelente Sikorsky S-70 Blackhawk que é usado, atualmente, em número insignificante pela força. Pelo menos mais 26 unidades deste helicóptero deveriam ser adquiridas, mesmo que de segunda mão, que sairia mais barato.
Acima: Apenas 4 unidades do eficiente helicóptero UH-60/S-70 Blackhawk estão em uso no exército brasileiro. Devido a confiabilidade já provada em combate, o exército deveria adquirir, pelo menos mais 26 unidades para melhorar a mobilidade da tropa.
Com relação aos helicópteros de ataque, os Esquilos e seu descendente Fennec, são inadequados para está importante missão, e para isso devem ser substituídos por um helicóptero dedicado, como o AH-1 Cobra ou o A-129 Mangusta, de procedência italiana. A substituição destes Esquilos por 30 unidades do helicóptero de ataque, já seria adequada para a força. Para tanto os esquilos seriam vendidos para outros países ou repassados para forças policiais dos diversos estados brasileiros, mantendo apenas 10 unidades para missões de ligação e treinamento.
Para helicóptero pesado, o Brasil, através da sua força aérea, quase fechou negócio com os russos para aquisição do poderoso Mil MI 26, o maior e mais potente helicóptero de mundo, é um vetor ideal para ser usado por nosso Exército também.
Acima: O helicóptero de combate AH-1Z Viper é uma alternativa muito interessante para dar ao exército uma capacidade de ataque dedicada, hoje feita por helicópteros adaptados Esquilo.
Abaixo: A aquisição de helicópteros pesados de transporte foi cancelada, porém essa situação deveria ser revista pois o exército necessita de um vetor próprio para transporte pesado, principalmente na região amazônica.
Embora essas sugestões que dei impliquem num pequeno aumento no numero de equipamentos e a substituição de outros, ainda sim, foram feitas baseadas num orçamento relativamente restrito e seria necessário um remanejamento das verbas disponíveis para o exército, além de um pequeno acréscimo nos valores que o governo federal passa para as forças armadas, para se conseguir executar as devidas modernizações.

ABAIXO PODEMOS VER UM VÍDEO COM ALGUNS DOS FUTUROS EQUIPAMENTOS DO EXÉRCITO BRASILEIRO.

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135 comentários:

romulo disse...

é não mudou muita coisa desde sua ultimo post sobre as Forças Armadas.Mas valeu muito bom!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Romulo.
Com relação ao texto, em si, eu mudei a parte do soldado (essa parte foi a que teve maior mudança), e a parte do blindado, pois fiz mais alguns comentários sobre o Guarani, que na e´poca do post não se sabia quase nada. Alias, eu não me conformo com a fraca blindagem que o Guarani tem. Sei que ela pode ser melhorada com a colocação de placas extras.... mas mesmo assim, qualquer veículo do mesmo porte dele tem blindagem melhor.
Abraços

Lucas disse...

Carlos, em relação a ala aérea do EB, não seria útil ele encomendar alguns A-29, uns 36, com mísseis anti-tanques, tipo o Hellfire ou o Maverick,sendo que esses avioes seria de posse do EB , sem nenhuma intervenção da FAB? E, em relação aos blindados, (concordo que os Leopard 1A5 são úteis no TO Sul-americano), se o EB fosse adquirir um MBT mais moderno, qual seria e melhor opção: o T-90, o Leopard 2A4 ou os T-84?

Parabéns por mais essa exelente matéria.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Lucas. Concordo que o A-29 armado com misseis antitanque Hellfire (o Maverick é grande demais para ele), ou o Brimsotne (esse seria ideal) representaria uma elevação da capacidade de FAB nesse tipo de combate. Porém, como a fraca resistência dos paises sul americanos, dois esquadrões de Cobras Viper, dariam conta do recado, desde que corretamente armados.
Com relação aos Tanques, o T-84 Oplot, reforçado com blindagem reativa, seria o mais indicado entre os que você mencionou.

Lucas disse...

Falando em blindagem, um relato. Em relação ao Urutu, ano passado tive a oportunidade de entrar em um deles. E a primeira coisa que eu notei foi que a "parede" do blindado era extremamente fina. Em relação a Guarani, qual é a blindagem dele?

Rafael disse...

Olá Carlos!
Desde já gostaria de agradecer por essas informações e pedir desculpas pelas muitas perguntas que vou fazer mas é que não é fácil acha alguém que entenda de tantos assuntos de defesa e ter a liberdade de perguntar, realmente sou muito leigo nesses assuntos e gostaria de contar com você sobre essas duvidas. Como você Numeraria essas aquisições em quantidades suficientes no caso da lancha de combate CB-90 Quantas?, no caso do Buk M1 quantos?. Nesse caso não seria mas interessante o Thor m2 ou a diferença de valores são muitas?. Recentemente li que o sistema astros teve seu investimento liberado pelo ministério da fazenda no valor R$ 960 milhões mas a matéria não falou de números que seria adquiridos somente sobre o a liberação do investimento. Sobre as asas rotativas segundo o que foi comentado os MI-35 estão sendo muito elogiados pelos militares devido seu ótimo desempenho, sendo assim em vez de investir em helicópteros como o EC-725 e o Sikorsky S-70 Blackhawk para transporte porque não adquirir mas alguns MI-35( nesse caso uns 50 seria suficiente ou não?) que no meu entendimento por ser um helicóptero misto serviria a força como transporte, ajuda humanitária e etc e também daria cobertura a tropa em um conflito pois como você mesmo relatou em uma postagem sobre o MI-35 ele tem um bom poder de fogo, e concordo plenamente com você sobre o A-129 pois elem de ser um puro helicóptero de ataque tem um valor custo beneficio muito bom, nesse caso o numero de 30 unidades (conforme você indicou) desses Westland A-129 juntamente com uns 300 MBT T-84 por ser também de preço accessível. Como ficaria os valores para essas aquisições?. Como ficaria o exercito Brasileiro com essas aquisições no cenário sul americano e também mundial, obrigado.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Lucas.
A blindagem de fábrica dele é fraca... entre as piores entre blindados da categoria dele. Ele aguenta disparos de 7,62X51 mm, apenas. Um disparo de rifle calibre .50 (12,7 mm) seria capaz de perfurar com tranquilidade sua blindagem. Porém, por ser um projeto modular, podem ser colocados reforços na forma de placas blindadas para melhorar isso.
Abraços

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Rafael.
A CB 90 poderia ter, pelo menos, 20 unidades espalhadas por dora a região amazônica. BUK M-1, eu pegaria umas 30 baterias, pelo menos. O Thor não é um equipamento da mesma categoria do Buk. O Buk tem muito maior alcance. Penso que um serve de apoio ao outro e poderiam ser adquiridos juntos. O Mi-35 transporta poucos soldados, pois este não é o foco dele....
Abraços

Carlindo Dias disse...

Caro Carlos,

Voce esqueceu do Fuzil Tavor, fabricado pela nossa Taurus? ou acha que não serviria para uma modernização do soldado brasileiro?
sabe se este fuzil fabrica em calibre 7,62? acredito que seria possivel uma adpatação para este calibre! o que voce acha?
Gostei do comentario que voce fez sobre a PT 840 em calibre .40, mas ainda acredito que o calibre .40 seja mais indicado para combates urbanos, e que o 9mm seja mais indicado para situação de guerra em selva ou outros senarios, devido ao seu poder penetrante, não presnete no calibre .40. O que voce acha?
Ocho que deveriamos dar mais valor a industria nacional. deveria haver concorrencia, por exemplo entre taurus e IMBEL para a escolaha, por exemplo, de um novo fuzil, desde que fosse escolhiodo realmente o melhor.

Abraços amigos

att,

Carlindo
leitor assiduo do blog.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Carlindo.
O tavor não tem em versão 7,62 e mesmo assim é um armamento menos confiável que o SCAR. A Imbel fabrica o IA-2 e este parece, sim, uma arma de guerra. O novo fuzil da Taurus só é fabricado em 5,56 mm, pelo que pude ler até agora e mesmo assim me pareceu um pouco frágil para uso em condição de batalha. Mas posso estar enganado....Só o tempo dirá.
Abraços

Skill disse...

Carlos, pena que das armas que vc escolheu como boas opções algumas são Norte Americanas e creio que não chegariam para o EB no estado da arte ou até mesmo para os testes. Oque vc acha?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Atualmente os EUA vendem, praticamente tudo, o que o Brasil quiser. Não é um problema.
Abraços

Carloswolf disse...

Senhor Carlos fico me perguntando se não seria bom investir em fuzis 762x51 ou 762x54r que tivessem um sistema de redução de recuo baseado em uma mola na coronha.

O 762x51 e muito superior ao 556x45, mas as vantagens do 556x45 são que ele tem um recuo muito menor alem de carregadores de fuzis 556x45 terem 30 tiros contra 20 dos 762x51 porque ninguém faz um fuzil 762x51 com mecanismo de redução de recuo e um pente trifilar de 30 tiros?
Com isso os fuzis 762x51 não teriam desvantagem alguma contra os fuzis 556x45 alem e claro de terem muitas vantagens.

Perdoe-me se eu estiver falando uma besteira enorme. Sou um pouco leigo no assunto sei muito sobre tecnologia militar mais nada comparado a uma pessoa que realmente entende de tecnologia militar como o senhor.
A e sobre o texto ficou ótimo. Você pode acha que o exercito brasileiro tem condições de comprar fuzis FN scar para todo o contingente?

A e a ultima pergunta que blindado ganharia em um confronto um t72 ou um leopard 1
E se fosse um t72 vs um leopard 1ª5

Carlos Spetsnaz disse...

Nossa fiquei chocado com a blindagem do urutu 3 aguenta só 762x51??? Isso ate um colete individual aguenta queria só ver os soldados nem iriam precisar de um lança rojão só atirar com um rifle anti material ou uma metralhadora isso e uma vergonha ele deveria aguentar ao menos 20 milímetros

isso e uma vergonha sem mais tamanho esse blindado tem a mesma blindagem de um caveirao do BOPE
e armado com uma torre de 90mm mas so tinha que ser projeto brasileiro mesmo queria so ver esse troço em uma guerra

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Ola Carlos.
Seu conhecimento é muito bom também. Carregadores trifilares são um item que poucas pessoas sabem da existência. A troca de calibre do fuzil por um que não seja comum é um sério problema logístico pois implica em maiores gastos (munição mais cara) e difícil de obtenção,além de que um fuzil precisa ter potencial de mercado para exportação. Um fuzil com um calibre "exótico" não consegue convencer as forças armadas do mundo para adquiri-lo. É muito possível que um mesmo bom atirador tenha capacidade de derrubar mais inimigos com um fuzil 7,62 com 20 tiros, do que com um fuzil 5,56 com 30 devido a potencia absurdamente maior do 7,62. or isso, a maior quantidade de munição não faz tanta diferença.
O SCAR poderia ser adquirido pára toda a tropa sim... seria caro, mas daria. Para amenizar esse custo poderíamos comprar a licença de produção local de seu projeto.
Sobre os tanques, o T-72, embora seja um bom carro de combate, tem sua blindagem relativamente mais fraca... por isso, um impacto direto de uma granada de 105 mm como a usada pelo Leopard brasileiro, poder por o T-72 fora de ação. Porém, por outro lado, o canhão do T-72 tem 125 mm e se acertar um Leopard, o estrago será desastroso para o modelo brasileiro. Nessa batalha vence o mais habilidoso estrategista e o comandante com maior consciência situacional.
Abraços

Anderson disse...

Olá Carlos
Mais uma ótima postagem!!!
Queria aproveitar para perguntar sobre o RPG-32 Hashim. Li recentemente q a Avibrás conseguiu a licença para produzir essa arma localmente. Me parece uma ótima opção para o EB. Vc sabe se isso é verdade?
Abraços

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Anderson. Ainda não posso falar sobre este assunto. Mas soube que este lançador de foguetes é muito eficaz.
Abraços

Carlos Spetsnaz disse...

Ola senhor Carlos eu já sabia que mudar de calibre do 556x45 ou 545x39 para o 762x51 ou 762x54r seria um empecilho mais me refiro a países como Brasil e Portugal que ainda usam fuzis no calibre 762x51 deveriam continuar usando, mas utilizar um com sistema de redução de recuo e carregadores trifilares para aumentar a letalidade.

Agora foi hilário saber que um helicóptero o mil mi 35 tem blindagem melhor que um blindado de transporte de tropas.
srrsrssrssrsr o mi 35 aguenta tiros de 20 milímetros contra o urutu 3 que so suporta 762x51.

o mecanismo de redução de recuo gera algum malefício na arma? Como aumento de peso,problemas mecânicos ou algo assim?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Carlos.
Um sistema de redução de recuo não promove problemas para o mecanismo de um fuzil. Porém um carregador trifilar poderia causar problemas de alimentação se ele não for de boa qualidade. Este tipo de carregador é uma novidade ainda. Mas já vi fotos de um em calibre 5,56.
Abraços

Carlindo Dias disse...

Carlos,

a fotografia que voce usou da pistola PT840 esta desatualizada, a Taurus não fabrica mais esta pistola com este design do ferrolho. Se quiser eu te mando uma foto atualizada do novo modelo fabricado pela Taurus, encaminhado a minha pessoa pela propria Taurus.

Vou te dizer, o modelo atual é mesmo muito mais bonita.

abraços

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Carlos. Me mande essa foto para o e-mail do blog.
Abraços

Lucas disse...

Carlos, um T-72 modernizado com blindagem reforçada, tem capacidade de bater um Leopard 2A4 ou Abrams e sair vivo? E ou Leopard 1 pode receber um canhao de 120mm?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Lucas. Para bater num M-1 ou leopard não precisa de blindagem apenas. Uma equipe de tripulantes eficiente e seu canhão de 125 mm pode fazer um estrago. O problema é que o M-1 é mais bem protegido e seu canhão de 120 mm é muito preciso e destrutivo. A vantagem estará nas mãos do M-1 ou leopard, porém o T-72, se operado eficientemente pode causar problemas.
O leopard 1 A-2 precisaria de modificações na torre para mudar de canhão e isto é caro... melhor seria comprar outro carro de combate ao invés de modificar o leopard 1.Abraços

vinixxiz disse...

Concordo com vc,mas acho que vc deveria fazer um post sobre o fuzil Imbel IA2 que possivelmente(espero) será o fuzil padrão do EB.
Sds

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Vinixxiz. Eu vou escrever um artigo sobre o IA-2, com certeza. Este artigo será feito ainda este ano.
Abraços

fn fal disse...

Senhor Carlos estava lendo um artigo sobre vários tipos de miras ópticas.
e entre elas estava a AGOC e um soldado americano comum armado com um m16 com uma AGOC matou um cara no Afeganistão a 800 metros de distancia.

o ingressado e que para a mesma coisa um atirador que recebe muito treinamento em tiro de precisão com um rifle 762x51 de ação por ferrolho com um cano bem maior que 20 polegadas faz o mesmo tiro e é considerado um bom atirador.ou esse cara e filho do Vasily Zaitsev ou essa mira AGOC e muito boa mesmo.

Bom sobre miras ópticas, defendo a utilização de duas miras uma AGOC para engajamentos de longas e medias distancias e uma red dot ou EOTech para engajamentos de curtas distancias em que milésimos de segundo significam viver ou morrer

fn fal disse...

http://www.forte.jor.br/2009/07/13/miras-oticas/

tai ai o link

Marco Gonçalves disse...

Boa tarde Carlos

Seria descabido o Brasil ter unidades anti tanque de grande mobilidade ou mesmo tanques ligeiros?

Olhando para a geografia do Brasil parece me que a rapidez do ataque/contra-ataque, seriam fundamentais num TO como o vosso

Abraço
Marco

Marco Gonçalves disse...

Portugal e o Brasil podiam perfeitamente trabalharem em conjunto para melhorarem o nivel belico, nao vejo nenhum entrave nisso e ambos os paises têm alguma experiencia

Tb acho que se podiam virar para a China e Russia, sei que os aliados tradicionais nao sao esses mas era uma questao qualidade/custo, e nao era por isso que iamos ser mais ou menos aliados dos Estados Unidos, alias como tb a relaçao que os EUA têm com a Coreia e Japao nao faz deles menos aliados do Brasil e Portugal

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Marco.
eu vejo um desinteresse marcante com o assunto defesa no governo do Brasil. Para mim, a Dilma e seus pupilos não acham importante este assunto. Aqui se acha que tudo se resolve no papo, na conversa, o que sabemos que não é bem assim. Quando a conversa não resolve, sobram as armas. Portugal pode se dar ao luxo, ainda, pois faz parte da OTAN e se alguém se meter com este país, a "cobra vai fumar" para o agressor, pois a OTAN iria passar fogo nele. Já o Brasil, não conseguiria apoio de ninguém, pois nossos vizinhos, Argentina, Bolívia, Peru, etc, são países quebrados que, como nós, brasileiros, não tem nem como se auto defender sozinhos, quanto mais, ajudar um país amigo.
Abraços

aqsanctos disse...

Cuidado com a falta de informação

(engraçado, nem durante a Ditadura aumentamos os nossos salários)

há os oficiais de alto escalão, que não abrem mão das regalias previdenciárias que acabam por serem pagas com recursos disponibilizados pelo ministério da defesa, para investir em reequipamento.

"As regalias previdenciarias" são para todos, do General até o Soldado. E o nosso regime previdenciário é diferente pois a condição de militar é única:
Estamos disponíveis para a nação 24/7 durante todo ano, não recebemos hora extra, nossa carga de trabalho semanal pode facilmente ultrapassar a do trabalhador comum, movimentações diversas por todo território nacional (transtorno para a família), sujeitos a Regimes Disciplinares rigorosos, sem contar as atividades de risco a que somos submetidos.

Atesto que não encaro nenhum desses itens como dificuldade, gosto do que faço e sou voluntário, mas entendo que as FFAA precisam de elementos treinados, equipados e MOTIVADOS para cumprir bem suas funções.

Não somos melhores nem piores, somos apenas diferentes

Lucas disse...

Fugindo um pouco do assunto, um A-4 Skyhawk modernizado(considero um erro mante-los em operação, quanto mais modernizálos)teria alguma utilidade em cobate, seja qual for nos campos de batalha atuais?

Eu ouvi uns boatos que o ex porta avioes Russo Varyag (que foi vendido para os chinese com o pretexto de toprná-lo um navio-hotel) estava em testes no Mar Amarelo, sob o nome Hsi Lang. È verdade? E se for é possivel que a China o torne operacional?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Aqsanctos. me expressei mal nessa parte de texto. Concordo com o que disse. e por isso mudarei esta parte do texto. Porém, o que eu considero errado é a quantidade absurda de oficiais, generais, coronéis, capitães que acabam por entrar nesse direito de previdência especial que os militares fizeram por merecer. O dinheiro dessas pensões vem do orçamento de defesa que poderia estar sendo usado para melhorar o treinamento e a aquisição de sistemas de armas mais modernos para as tropas..

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Ola Lucas. O A-4 só tem validade militar como aeronave de ataque e apoio aéreo cerrado. Sua capacidade de combate aéreo é limitada e ele só poderia se dar bem contra aeronaves antigas e muito mal pilotadas.
O porta aviões russo Varyag foi vendido a China que fez uma reforma absolutamente incrível nele e ele já começou a navegar mesmo. Ele terá caças J-15 (Su-27 navais) e será um navio particularmente poderoso. Na China, este navio, se chama Shi lang.
Abraços

Alessandro disse...

Carlos, mais uma vez admiro seu Trabalho.

É fruto de quem conhece e gosta do Universo Militar e vai a fundo, sempre analisando e mostrando o que existe e o que pode ser desenvolvido em termos de Qualidade e Tecnologia também ao Brasil!

Gostei muito da exposição abrangente, desde armas leves, pesadas, carros de combate, flotilhas, etc


O Ai-2 já está sendo utilizado, em unidades OPs. Creio que será Padrão em Light e Heavy, assim como A Plataforma FN Scar, pois será adotada.

Agora quanto ao similar da Taurus tenho as minhas dúvidas...
Qual sua ciência sobre o "Similar"?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Alessandro.
Agradeço as palavras de elogio. O fuzil da Taurus está sendo construído, exclusivamente, em calibre 5,56mm. Com um sistema de ferrolho rotativo, o modelo não apresenta nenhuma novidade mecânica. Porém ergonomicamente, o modelo é uma evolução sobre os desenhos de fuzis de assalto. Penso que o modelo da taurus precisa amadurecer ainda e será fundamental ter uma versão em calibre 7,62X51 mm.
Abraços

Luiz disse...

Olá Carlos! Parabéns pela excelênte matéria.
Gostaria de comentar a parte em que você aborda a força de MBT's brasileiras. Recentemente, li na internet uma matéria onde era dito que apenas os 240 Leopards 1A5 (sendo destes 220 carros de combate) e 38 leopards 1A1 seriam mantidos em operação, sendo todos os M-60 e o restante dos leo 1a1 aposentados.
Grande Abraço!

Lucas disse...

É viável a conversão dos M60, numa hipotetica aposentadoria, em algum veículo que seja útil ao EB, por exemplo, retirar a torre e instalar um morteiro, ou instalar mísseis anti-tanque, tipo o TOW, e usá-los como morteiros auto-propulsados ou caça tanques? E para os L1A1?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Lucas. Sim, seria possível, porém penso que seria economicamente melhor usar uma versão do Guarani para esse fim.
Abraços

Eu amo mulheres gostosas e peladas disse...

Olá Carlos!Muito bom o blog.Gostaria de saber sobre as submetralhadoras,se as MT-9 G2 substituiriam as ultrapassadas MT-12 de mesmo fabricante.

Guardião ATM disse...

OLA DI SANTIS.
O EB possui algum tanque dotado de misseis anti-aereo ou daqueles que pode ser lançado da costa pra o mar, com seus 200 ou 300 quilometros, impedindo assim ataques de navios costa? Sei que baterias anti-aereas é com certeza pouquissima. A sede por dinheiro por parte daqueles que defendem a democracia é grande.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá pessoal. Obrigado.
Eu devo fazer uma matéria sobre a submetralhadora da Taurus MT-9. Esta G-2 ainda é recente e acredito que a Taurus ainda não tenha disponibilizado ela para comercialização. Mas assim que tiver mais informações eu escrevo um artigo sobre ela.
Sobre a defesa antiaérea, o Brasil não tem mais esse tipo de carro de combate com mísseis antiaéreos. Quando tínhamos, era do modelo Roland, já aposentado. A capacidade de defesa antiaérea é , de longe a área mais carente dentre as capacidades das forças armadas brasileiras.
Abraços

Galileu disse...

Olá, aos poucos estou voltando o blog...

Bom vou comentar sobre a área de defesa aérea, que é a mais crítica e a que acho que será a única a receber atenção pelos próximos anos.

O melhor seria adquirir o pantsir sem dúvida alguma, ofereceria proteção a cavalaria e seu canhão quebraria um belo galho visto que o EB não terá seu heli de ataque, só ouvi falar sobre o thor, mas levando em conta o preconceito do brasil com armas russas, pelo jeito não virou nada.

Quanto a versão ocidental, gosto muito do spyder, ele é a "cara do brasil" custo/benefício e fácil de operar, uma pena não ter ouvido esse sistema interessar ao EB.

Carlos quanto aos mbts do EB, quando eu servia no regimento de leo1, eles estavam operacionais, mas mal saiam em treinamentos porque nunca tinha combustível, o leo1 bebe como um alcoólatra ahahah

abraço

Sd Robledo disse...

Astros II é uma ótima arma ante aérea...porém, ainda não é o bastante para um país q vem se desenvolvendo muito ao longo dos anos..

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Sd Robledo.
O Astros II não é um sistema de artilharia antiaérea. Na verdade, ele é um sistema de artilharia contra alvos de superfície.
Abraços

Wesley Gomes disse...

Olá, Carlos. Sobre o calibre para o uso em pistolas voce não acha mais adequado para uso militar o .45 ACP? Eu acho que o .40 S&W um calibre sensato, porém vejo que muitas equipes como a SOCOM utilizam o .45 ACP como calibre padrão, não seria devido a letalidade do .45 ACP ser melhor?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wesley. Não acredito que o motivo seja a letalidade. O calibre 40 produz muita energia e pode-se dizer, com tranquilidade que ele faz um pouco do 9 mm (pequeno estojo e alta velocidade) e do 45ACP (poder de parada) Não acredito que a opção pelo 45 ACP no USSOCOM seja isso.
Abraços

Wesley Gomes disse...

Olá, Carlos. Voce não acha que as Glocks seriam uma boa opção para pistolas de serem usadas no exército brasileiro? Elas são confiáveis e parecem ser melhor que a alemã H&K USP nas versões Glock 22 (full-size) ou 23 (Compact) em .40 S&W ou a 21 em 45 ACP.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wesley.
Na verdadem a Glock não é uma pistola superior a HK, nem a Sig Sauer. Muitas pessoas desavisadas penbsam que a Glock foi a primeira pistola com peças de plastico ou que é a melhor pistola do mundo. Não se engane. Elanão é nem um dos dois. É apenas uma boá pistolacom um trabalho de marketing fabuloso.
Não a considero uma arma adequada ao uso do nosso exército.
Abraços

Wesley Gomes disse...

Olá, Carlos. Na verdade a primeira pistola de plástico do mundo foi a H&K VP70. Eu acho a Glock uma ótima pistola porém tem pistolas muito melhores no mercado como a H&K P30, a Beretta PX-4 Storm, Walther P99, as FNPs e a Sig P250 Dcc. A principal característica da Glock é o design quadrado e a auxência de uma trava externa, porém eu acho a Glock desconfortável, uma das melhores pistolas do mercado na minha opinião é a H&K P30 em .40 S&W, ela não tem tantas diferenças da USP sendo que foi feito pequenos upgrades nela, porém é mais moderna. O que eu acho interessante na USP é que o mecanismo de funcionamento dela é muito semelhante ao do Colt 1911 sendo que a trava externa dela é quase idêntica no funcionamento. Outra pistola interessante é a FN Five-Sevem com o exótico calibe 5,7x28mm, eu não acho ela tão adequada para uso porque sua munição (mesma da P90) é cara e difícil de achar

thiagovs disse...

Pelo amor esse fuzil FAL não da mais um fuzil é o basico, para mim essa deveria ser a maior prioridade.

Wesley Gomes disse...

Olá, Carlos. Voce poderia me responder uma pergunta. Por que que o calibre .45 ACP é proibido no Brasil para ser utilizado até mesmo por policiais? Segundo seus artigos publicados voce considera o .40 S&W superior ao .45 ACP e o 9mm Parabelium, mas o .45 é restrito no Brasil para as forças armadas e o .40 pode ser utilizado por policiais. Voce não acha muita hipocrisia? O Policial Militar e o Policial Civil só podem comprar armas de fabricação nacional enquanto o Policial Federal pode comprar armas importadas e somente as forças armadas podem usar armas de longo porte.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wesley.
O calibre 40 é uma munição muito boa mesmo. O 45 e o 9 mm também são. Eu entendo o porque das policias do mundo todo preferirem o .40, porém eu, pessoalmente, prefiro o 9 mm porque com a munição certa, eu terei uma arma com munição adequada para mais situações. Em SP os policiais civis usam armas em calibre 45ACP. Tenho um amigo que tem uma PT945 de sua propriedade e ele a usa normalmente em serviço. Mas a lei brasileira é um lixo mesmo pois os legisladores, um bando de sanguesuga imundos, querem, na verdade é proibir a total aquisição de armas... sendo que já tiveram a imbecilidade de cogitarem proibir a policia de usar armas de fogo para dar o exemplo.
Então você pode tirar suas conclusões de que tipo de gentinnha é chamada de autoridade nesse país.
Abraços

Wesley Gomes disse...

Carlos
Outra coisa que eu achei ridícula foi a limitação que eles impõem aos policiais sobre a quantidades de munição que eles podem comprar porque tem uma limitação da quantidade da cartuchos e armas que um policial pode ter e isso é um absurdo porque os policiais necessitam de muita munição e de armas de qualidade. Outra coisa que achei ridícula é que só o Policial Federal pode comprar armas fabricadas em outros países, ouvi dizer que as pistolas padrões da PF são as Glocks 17, 19 e 26 em 9mm, é até estranho que a PF não tenha adotado o .40 como calibre padrão, não estou mal dizendo as pistolas da Taurus porque elas são ótimas, mas eu acho que todos os policiais deveriam portar a pistola que eles quisesses voce não concorda? Sobre a limitação ao uso de armas por civis acho que é sensato até certo ponto pois a maioria dos brasileiro definitivamente não tem educação para portar uma arma de fogo.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wesley. Concordo que cada policial deveria poder adquirir o armamento que melhor lhe conviesse. Porém considero os critérios de venda de armas a civis no Brasil são exagerados. Existem alguns casos isolados onde idiotas com armas legais fizeram merda. Mas como disse são casos isolados. A maior parte dos crimes são feitos com armas ilegais. Outra coisa. Os nossos queridos legisladores usam seguranças armados. Por que eles podem? Poruiqe eles podem ter acesso a segurançã armada, e a imunidade parlamentar se cometerem um crime? Por que a constituição federal, a lei maior, não é seguida a risca quando diz que todos os brasileiros são iguais perante a lei, independente de status social, sexo, religião e o escambau? Isso acontece porque no Brasil não há educação (como vc disse), bom senso, e o povo não sabe o que faz com seu direito....
Abraços

Wesley Gomes disse...

Olá, Carlos.
Compreendo a sua indignação, mas o que ocorre no Brasil é que somos um país em processo de democratização, a constituição só entrou em vigor em 1989, o país ainda esta engatinhando na democracia enquanto os EUA a democracia lá já é amadurecida (possui mais de um século). Porém como voce disse somos teoricamente uma democracia, por que um policial pode ter uma arma de qualidade e um civil não? Não temos os mesmos direitos? Não pagamos os mesmos impostos? Eu também acho isso uma palhaçada mais infelizmente a população não tem educação para portar uma arma e isso é um fato pois a arma nas mãos de uma pessoa bem educada e intencionada é uma coisa e armas nas mãos de pessoas que não possuem consciência moral o resultado é um desastre. Mas não são só os civis que não tem educação para portar uma arma de fogo como até mesmo muitos policiais também não tem, veja o exemplo dos policiais que mataram a juíza no RJ. Muitos policiais e seguranças fazem muita merda com armas de fogo e não passam de bandidos fardados, a mídia e o governo ainda tem a cara-de-pau de dizer que desarmando a população a violência vai acabar, mas é uma propaganda enganosa pois a violência é um câncer causado por falta de educação e desigualdades sociais. Outra grande mentira é que as armas dos bandidos vem de fora, a maior parte das armas usadas no crime são desviadas da polícia e das instituições de segurança pública, voce sabia disso? É outro fato paradoxal que mostra que a campanha do desarmamento não resolve absolutamente nada. Abraço!

. disse...

.40 S&W não é munição militar... É munição de polícia. O superior poder de fogo e capacidade de penetração da munição 9mm faz dela a melhor para o uso em armas curtas por militares, já que o tiro do militar tem objetivo diferente do tiro policial.

Fightwind disse...

Excelente Blog,parabens!
esperamos mais novidades

agostinho neto disse...

Carlos, uma duvida:

qual a granada de mão usada pelo soldado brasileiro?

seria a M-67 padrão do E.U.A?

parabéns pela nova matéria!

agostinho neto disse...

Carlos, uma duvida:

qual a granada de mão usada pelo soldado brasileiro?

seria a M-67 padrão do E.U.A?

parabéns pela nova matéria!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Agostinho.Pelo que li, existema varios modelo e de varias procedencia. Mas o modelo comum se chama M-3.

Wesley Gomes disse...

Olá, Carlos. A PT-840 é a melhor pistola atualmente da Taurus. Voce acha ela melhor que a HK-USP? Na sua opinião quais são as melhores pistolas atualmente?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wesley.
A HK fabrica armas de maior qualidade que a Taurus. Consequentemente a qualidade da USP é superior a da PT-840. A ergonomia da USP, no entanto, é inferior.
Apontar uma unica arma como a melhor do mundo é algo que não consigo. Eu aponto algumas armas que considero as melhores do mundo. A HK P-30L em calibre 9 mm (eu gosto muito deste calibre, a CZ-75 P07 Duty e a PT-809 (é a PT-840 em calibre 9 mm.
Abraços

Wesley Gomes disse...

Carlos. Sobre as diferenças entre a P30 e a USP, a P30 parece ter mais ergonomia que a USP, as diferenças dela é que a P30 é 100% ambidestra e tem o cabo customizável, sendo um upgrade da USP. Porém muitos americanos consideram a USP em calibre 45 melhor que a HK45 (P30 em 45ACP), pois a USP cabe 12 balas no pente enquanto a HK45 cabem apenas 10. O que voce acha?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wesley.
O modelo HK-45 foi desenvolvido, especificamente, para uma concorrência já fechada do exercito dos Estados Unidos para substituição da ótima pistola M-9 (Beretta 92FS. Justamente a HK-45 foi a pistola com melhor desempenho, não tendo conseguido a encomenda pelo exercito pois esta concorrência foi suspensa/ cancelada. A USP não é uma pistola superior a HK45, embora seja uma pistola mito boa (superior a qualquer Taurus. Eu tenho uma mania de prefirir armas de grande capacidade de munição, e este é um dos motivos que gosto das pistolas em 9 mm. O calibre 40 é ótimo para uso policial, mas eu gosto da capacidade de penetração do 9 mm, pois é útil se tivermos que atirar em carros, por exemplo.
Agora, tentar conciliar alta capacidade com bom poder de parada, o melhor é usar uma arma em calibre 40.. Entre as 45, eu prefiro a HK-45, de olho fechado. Nem penso para responder. tenho um teste dela e um teste da USP em revistas nacionais e estrangeiras. A HK-45 é, de fato, mais precisa (o cano é pouca coisa mais longo), além de ser uma arma com processo industrial mais moderno.
Abraços

Wesley Gomes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Wesley Gomes disse...

Olá, Carlos. O que eu achei um absudo na época que os americanos substituiram o Colt 1911 foi deles terem escolhido a 92FS ao invés da P226 que é uma pistola superior, acredito que foi devido ao preço. Sobre calibre eu também prefiro o 9mm Luger ao .40 S&W, não apenas pela capacidade maior de munição e sim pelo recuo menor do 9mm por ser melhor pra atirar. Sobre as pistolas calibre .45 ACP eu vi muitos reviews apontando que a FNP-45 era melhor que a HK-45 pelo fato de ter capacidade de 14 a 15 balas no carregador enquanto a HK-45 cabe apenas 10 balas no carregador normal e 12 no carregador alongado.

akonmar disse...

carlos seu blog é otima é 10 e e o leitores recomendam 100% dos melhores blog sobre militares e seus arsenais
e falando no militares brasileiros pq o brasil nao participou do invasão afeganhistão eu ainda não sei nada sobre isso. (preciso sabe sobre isso por causa do trabalho da escola)

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Akonmar.
Obrigado pelo elogio.
O Brasil possui uma política inrternacional de não interveção e por isso não costuma apoiar invasões em outros países, principalmente sem consentimento da ONU. Os EUA, no entanto, invadem nações sem apoio de ninguém, sempre que isso lhe convier. Foi até bom não participarmos dessa campanha, pois nossos soldados seriam dizimados naquele ambiente incomum. Os soldados americanos, com toda sua tecnologia, ainda apanha muito lá.
Abraços

Neison disse...

A imbel gosta muito de copiar, o IA 2 é identico aao FN SAR mk 17, assim como fez com o fal, tambem belga, tá fazendo com esse fuzil tbm, pelo menos tá copiando um fuzil que é considerado o melhor ou um dos melhores do mundo. Se for pra copiar que copie coisa boa.Estamos necessitando muito de helicópteros de ataque e de novos obuseiros AP, os M109 e 108 estao muito defasados tecnológicamente, o m109 é muito bom, precisa de um upgradepara ficar pelo menos como a versao palladin do Chile. No quesito Carros de combate, estamos passando muito trabalho por falta de peças pois sao viaturas do exterior e nao se fabricam mais peças para elaspois 'ja sairam de linha na decada de 70, entao nao existe mais peças. Embora passaram por atualizaçoes e ficaram muito boas, mas o seu básico, chassi, motor e transmissao, nao sao fabricadasa mais de 30 anos, esse é o nosso problema. Qdo um carro nao tem mais salvaçao, fira desmanche para salvar outros. Por esse e o fator de blindagem e canhão é que temos que comprar MBTs que estejam atuais para podermos ter peças de reposiçao.

joao disse...

Carlos, não sei se aqui seria o local mais adequado para que eu possa ter esclarecida uma dúvida minha. Bem, é o seguinte, há muito tempo tento entender como funciona a organização de uma unidade militar, por exemplo: O que é um Batalhão? quantos militares o caracteriza? qual a estrutura organizacional? O que é uma "Região Militar"? O que é uma "Companhia"? O que é um "Regimento"? O que é uma "Brigada"? O que é um "Grupamento"? O que é um "Esquadrão"? e muitas outras denominações mais. Caso não seja viável postar a resposta no blog, c poderia mandar pra mim os links onde posso encontrar respostas pra essas perguntas? Obrigado e bom trabalho.

joaodamasceno.ufc@gmail.com

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá João.
recomendo pesquisar no wikipedia sobre este assunto. cada país tem uma quantidade diferente de soldados por cada um dos grupos como regimento, batalhão em companhia.
O link para Batalhão é: http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalh%C3%A3o
Companha: http://pt.wikipedia.org/wiki/Companhia_(militar)
Regimento: http://pt.wikipedia.org/wiki/Regimento
Abraços

Marcos disse...

Olá Carlos,

Não tinha uma matéria no seu Blog sobre o blindado Guarani? Procurei mais não achei.

Abraços.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Marcus. Ainda não fiz a matéria do Guarani.
Abraços

Marcos disse...

opa, eu jurava que tinha visto aqui hehe.

Abraços.

BRAVO disse...

**DESCULPA ; MAS DISCORDO EM SUBSTITUIR UMA 9 MM POR 45 .ATÉ PISTOLEIRO SÓ USAM ESSE TIPO DE ARMA 2* A 45 TEM MUITO RECUO . SOBRE O FUZIL É MELHOR MESMO É O NOVO FUZIL DA IMBÉL QUE É 7.62 BASTA TER A MESMA CONFIABILIDADE ; SIMPLICIDADE E PRECISÃO E ACEITE MODERNIZAÇÀO . OUTRO TIPO DE ARMA É FUGIR DA REALIDADE BRASILEIRA .O QUE O BRASIL PRECISA MESMO É UM ESCUDO ANTI-AEREO EFICIENTE DE RESPOSTA RÁPIDA . NÃO HÁ NECESSIDADE DE GRANDES MUDANÇAS RADICAIS POIS GERA CUSTOS MUITO ELEVADOS . NÃO PODEMOS PEGAR CARONA EM MODISMO POIS NO FINAL DE TUDO ELES VOLTAM PARA A ESTACA ZERO . EUA ESTÃO ATÉ PENSANDO EM VOLTAR EM TROCAR 5.56 POR 7.62 DEVIDO A POTENCIA A LONGA DISTANCIA .

BRAVO disse...
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BRAVO disse...
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Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Bravo. Eu peço desculpa pois não encontrei em nenhum lugar da matéria alguma orientação em substituir oi 9 mm pelo 45. Houve sim a orientação em relação ao .40 S&W. Outra , nos comentários eu ainda comentei que prefiro o 9 mm ao 45. Não entendi o nexo de seu comentário, pois ninguém aqui prefere o 45.
Sobre o IA-2, um dos colaboradores deste blog é militar da FAB e testou o IA-2, fazendo bons comentários sobre ele, mas disse que o 5,56 mm é mais confiável que o 7,62, mecanicamente.
Es EUA estão usando o 7,62 mm através do novo fuzil SCAR MK-17 em suas tropas de operações especiais, e ele está funcionando junto com as velhas carabinas M4A1 (AR-15 curto). Todos os fabricantes de armas que ofereceram novos fuzis aos EUA ofereceram no calibre 5,56, e com uma versão em 7,62. A distancia só é necessidade em TO como do Afeganistão. Em TO urbano o 5,56 continua sendo a opção.
Abraços

SávioRIbeiro disse...

Ola Carlos , ja ouvi algumas reclamações sobre a confiabilidade do Fuzil Ia2 da Imbel de alguns militares , principalemente das Unidades Paraquedistas, qual seria a confiabilidade empregada pela Imbel lançando no mercado belico um produto 'novo'? Porém não é este o assunto principal que quero tratar com você, onde estamos falando de possiveis aquisições do exercito , quero lhe perguntar sobre o Fx2 da força áerea (FAB), entre os 3 ultimos selecionados , levando em conta a transferencia de tecnologia qual dos caças mult-emprego seria mais adequado ao Brasil e se nesse segmento qual uma possivel aquisição de uma aeronave para o nosso 'idoso' NA São Paulo ?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Sávio.
Sobre o IA-2, tem um colaborador do Blog é é da FAB e testou bem o fuzil, comentando comigo que a arma é muito boa e agradou os integrantes da tropa da qual ele faz parte. Comentou, também, que o IA-2 em cal 7,62 não tinha agradado tanto.
Quanto a FAB, tenho uma materia que responde sua questão e amplia os informações neste link: http://aircombatcb.blogspot.com/2011/06/modernizacao-capacidade-de-combate-da.html
Abraços

Wilson disse...
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Wilson disse...
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Wilson disse...

Olá Carlos!
Gostaria de saber se as metralhadoras Negev NG7 & SF (5,56 / 7,62) poderiam ser adiquiridas pelo EB para a função de apoio e uso geral ou somente as fn minimi se encacham nos requisitos que precisamos, e se elas são boas metralhadoras? O EB tem se interessado para comprar algum desses modelos recentemente?

Grande abraço e parabéns pelo excelente blog!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson.
As metralhadoras Negev são ótimas armas dentro de seu segmento. O Brasil não tem apresentado interesse, pelo menos, claramente, em substituir sua metralhadora MAG (ótima por sinal). Mas penso que o exército deverá, em breve despertar para isso. Atualmente as brigadas de operações especiais usam a metralhadora FN MK-46 como arma de apoio, substituindo o velho e obsoleto FAP. A MK-46 é usam versão bem modernizada da Minimi e tem matéria destas armas neste blog.
O calibre é 5,56X45 mm.
Abraços

joao disse...

Olá Carlos, mais uma vez suas observações são excelentes, oportunas e com certeza suas propostas para o Exército seriam muito bem vindas. O que eu gostaria de fazer refere-se a seguinte observação: "alistamento obrigatório". Fico pensando: "Não seria mais interessante que o alistamento ocorresse na forma de concurso público? Tal como ocorre com o quadro de Fuzileiros Navais?!". Ou seja, lamento muito o processo de alistamento obrigatório, pois o que vejo é uma grande quantidade de jovens quererem "servir" e serem dispensados, em detrimento daqueles que pregam que "odeiam" essa "coisa militar" e no entanto são os que são "aprovados"... Vi dezenas de jovens chorando nas calçadas ao redor do 23°BC (Batalhão de Caçadores) por haverem sido "dispensados" sendo que os mesmos desde a infância sonham em servir as forças armadas. Se é de continuarmos com a ideia de serviço militar obrigatório e mesmo sabendo que muitos milhares de jovens serão dispensados, não seria ao menos sensato que aqueles que não querem servir já fossem logo dispensados? e que houvesse a seleção somente entre os que de fato querem servir? Isso sem falar da minha ideia de "não ao serviço militar obrigatório e sim, concurso público para formação de praças (soldados)" tal qual o CFN por exemplo. Isso seria algo assim tão absurdo? será? Obrigado e bom trabalho.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá João.
Eu, particularmente, nunca fui um entusiasta do serviço militar obrigatório. A verdade, mesmo dolorida, é que o comando das forças armadas brasileiras, assim como os políticos do congresso e da presidência, são verdadeiramente incompetentes e não se preocupam nem um pouco com a qualidade das nossas forças armadas. Na hora do alistamento, fazem uma verdadeira anarquia, totalmente desorganizada e sem nenhum critério técnico para preenchimento das vagas. Essa postura é, provavelmente a mais comoda num cenário onde o salario pago ao recruta é extremamente baixo e completamente fora da realidade da necessidade de subsistência dele como um cidadão. mal há rancho nos quartéis, que sempre servem a mesma gororoba com salsicha para os soldados. Outro ponto contra o serviço obrigatório é que grandes exércitos de conscritos, como o Iraquiano, antes da guerra do golfo, foram dizimados em poucos dias por forças armadas profissionais, bem remuneradas e equipadas. Nossos soldados são usados para tarefas de engenharia, limpeza e quase nunca para combate. Um soldado do exército não dá mais que 20 tiros durante um ano de serviço. Onde já se viu tamanha imbecilidade? Sou a favor de um exército menor, mas composto por profissionais que treinem muito e que sejam muito bem equipados para poder, sim, servir a nação como uma força de combate e não como um bando de desqualificados para mão de obra barata e de péssima qualidade. Suras palavras, mas reais.
Abraços

Kléber Moreira disse...

Fiz minha própria versão de modernização do EB, os equipamentos aqui são para as tropas básicas de infantaria.
- Coturno Nômade Comando Dry (http://www.catishop.com.br/site/produto.php?cod=964)
- Colete Pretoriano Assalt, camuflagem EB (http://www.catishop.com.br/site/produto.php?cod=2008)
- Óculos de Proteção Dipper (http://www.catishop.com.br/site/produto.php?cod=2479)
- Cinto Tático Scorpion 2 50mm cor verde (http://www.catishop.com.br/site/produto.php?cod=1120)
- Plataforma de perna Nylon 500, camuflagem EB x2 (http://www.catishop.com.br/site/produto.php?cod=1120)
- Bolso Molle 4x pistol, camuflagem EB (http://www.catishop.com.br/site/produto.php?cod=794)
- 4x Porta carregador 2x 556, camuflagem EB - para perna(http://www.catishop.com.br/site/produto.php?cod=49)
- Luva Tática M-Pact 3 - Mechanix, cor verde (http://www.catishop.com.br/site/produto.php?cod=2323)
- Joelheira Tática Militar Feline, cor verde (http://www.catishop.com.br/site/produto.php?cod=873)
- Bandoleira uma ponta com elástico (http://www.catishop.com.br/site/produto.php?cod=478)
- Hidrabag 2l (http://www.catishop.com.br/site/produto.php?cod=582)
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Osasco .22 disse...

Eae blz?

Nosso pais tem um acordo de comercio militar bom com Israel, seria interessante adquirirmos Mais alguns M-60 (59) para complementar com os que nos já temos e passace-mos para o padrão sabra III com todos os recursos que esse monstro tem (LAHAT e o morteiro de 60mm), e aproveitando os canhões de 105mm, compremos há licença do canhão do stryker para instalar nos guarani?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Osasco 22. Penso que não. O certo, a partir de agora, seria adquirir daqui uns 10 ou 15 anos um novo MBT. O Sabra é um MBT alto demais o que facilita muito a vida do inimigo em acertar ele.
Abraços

Viva Verde disse...

Boa tarde Carlos,

Antes de mais nada parabéns pelo blog,

Você mencionou sobre a aquisição de novos MBTs. Com relação a isso tenho duas dúvidas:

1. Já lí que os leopard atualmente utilizados pelo EB não são capacitados para tiros em movimento. Isso procede?

2. Você acredita que seria uma possibilidade interessante retomar o projeto do EE-T1/EE-T2 Osório, mesmo que fosse não apenas atualizado, mas modificado para tornar-se interessante ao EB?

Desde já obrigado pelas respostas!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Viva Verde.
Obrigado!
O leopard 1A5 usado pelo exercito brasileiro tem canhão estabilizado e por isso é totalmente qualificado para o tiro em movimento e com altas chances de acerto no primeiro disparo. Um dos colaboradores deste blog é militar e instrutor para emprego do Leopard do exercito brasileiro e me informou sobre isso.
Abraços

nhyanhyan disse...

Concordo com as suas proposiçoes de modernizao, mas eu acho que pra que se tenha produtos so geito que se precisa e com a qualidade que se quer, o governo tinha que investir na industria nacional, ta certo é claro que o Brasil nao ia esperar os resultados dos produtos ate pq a nossa industria nao teria uma capacidade de produzir um equivalente ao UH-60 de imediato nem em escala necessaria, mas devia-se investir e tem que comprar compra logo uns 20 CH-47 Chinook!! VALEW

Wesley Gomes disse...

Olá, Carlos. Voce não acha que a P30LS seria mais adequada para uso do exército do que a USP? A diferença de preço entre as duas é pequena, porém a P30LS tem uma ergonomia superior, trilhos picantinny, cabo customizável, também tem uma trava externa e é fabricada com um processo de fabricação mais moderno. A única desvantagem da P30LS em relação à USP é o botão do deckoking (ao me ver). O que voce acha? Abraços!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wesley. Realmente a P-30 poderia ser uma arma muito resistente e eficiente para nosso exército. É uma arma mais moderna e com a mesma qualidade que a HK põe em todos os seus produtos. Penso que todos os soldados deveriam portar pistolas, além de seus fuzis. No Brasil, só os oficiais possuem pistolas de porte.
Abraços

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Bruno. Desconheço se algum dos foguetes do Astros II usa ogiva incendiaria, mas creio que seria fácil produzir um foguete com esta capacidade.
Abraços

matheus disse...

Carlos
Os últimos acontecimentos no cenário nacional e internacional mostram que os veículos blindados sobre rodas têm ganhado espaço frente aos sobre lagarta, mas ao mesmo tempo percebe-se que os primeiros enfrentam dificuldades em alguns cenários, a própria invasão do morro do alemão demonstrou isso. Será que não esta faltando ai nesse artigo muito bem escrito um substituto adequado para M113, vede que também temos grandes áreas de terreno que não favorecem o uso de blindado sobre rodas?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Matheus.
O uso dos blindados sobre lagartas, no caso do Brasil, realmente merece uma atenção especial. Porém, certamente, podemos abrir mão de um numero grande desse tipo de caro veículo, e usar poucas unidades para situações muito especiais como a do morro do alemão.
Abraços

dhou dhouly disse...

Parabens maravilha belo trabalho,e concordo plenamente que temos que ter helicopteros maiores de transporte,o gigante russo mi-26 é uma grande opção e nessesaria para dar agilidade principalmente contruir bases em locais de dificel acesso,radares muitas maneiras de usar.

Osasco .22 disse...

Com o Desenvolvimento do guarani em progresso, seria uma boa ideia criar um veiculo 4x4 baseado no ee-3 jararaca para reconhecimento armado com uma torre de 30mm da oto-melara?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

eu não confio muito em veículos pequenos para missões perigosas como reconhecimento. Independentemente do armamento, ele é facil de destruir... até um rifle em calibre .50 pode parar ele.

oseias girão disse...

olá carlos o brasil tem uma força tatica preparada pra guerra com armamento bom ??

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Oséias. A resposta a sua pergunta é um sonoro NÃO!
As forças militares brasileiras são obsoletas, mal preparadas e equipadas para enfrentar a grande maioria das forças armadas da América do Sul, que por usa vez, nem são lá essas coisas em termos de equipamento também.
Abraços

Mateus S. Souza disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mateus S. Souza disse...

Carlos, você teria como classificar as 3 melhores marinhas, forças aéreas e exércitos em separado aqui da América Latina organizando elas por TAMANHO DE CONTINGENTE/NAVIOS/AVIÕES e em uma segunda classificação por QUALIDADE DAS ARMAS?? Seria muito curioso, pois até nós que entendemos muito não sabemos visto que a mídia distorce isso... Faz tempo não vejo alguma estatística assim e muitos países daqui andaram investindo nesses anos (Chile por exemplo) melhorando sua capacidade militar. Também sugiro que isto poderia contar em uma matéria do tipo "Forças militares da AL". ABÇS!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá mateus. Vou fazer um artigo sobre isso em algum momento. Mas não agora pois , acho que vc deve ter visto minha postagem nos blogs... estou cursando uma universidade e tenho tido pouquissimo tempo para mim. Amanha (ou hoje a noite) vou postar uma nova matéria no blog aéreo, e possivelmente será a ultima antes das férias.
Abraços

sverdlov_rj disse...

Primeiramente senhores gostaria de dizer que este assunto é muito abrangente. O principal foco de nossas forças armadas está sendo o de produção local, portanto especular qualquer tipo de arma portátil importada está descartado a não ser que eles abram fábricas aqui o transfiram a tecnologia. Nós temos Imbel, Taurus e outras que podem muito bem desenvolver e fabricar um fuzil, pistola ou metralhadora de excelente qualidade, mesmo sem ajuda externa. E eu igualmente não queria ver nosso exército dependendo de outro país para comprar esse tipo de arma. Acho até ridículo. Somente importaríamos algo que fosse realmente necessário há uma tropa especializada e cuja quantidade não justifique sua produção local. Não conheço tão bem armas portáteis que eu mesmo já não tenha usado mas esse fuzil SCAR realmente me parece muito bom. Como já tivemos licença para produzir o FN FAL aqui, talvez não seja tão difícil fabricar o SCAR também. Diminuiria o custo e transferiria tecnologia. Sobre a quantidade ser um impecílio, o FAL foi entregue ao Exército e Marinha e foi tamanha a compra que é quase certo terem um bom número deles armazenados sem uso. Não é o caso de um cidadão comum comprando uma arma na lojinha da esquina, seri uma compra governamental em larga escala de uma fabrica nacional. Exemplificando:SE você compra um revolver na loja por R$ 100,00, você compraria um fuzil por R$ 50,00 ou menos numa compra dessas.
Não há intermediários, não há custo de transporte terceirizado, o próprio governo isenta impostos. A situação é bem diferente. Calibre eu ficaria com o 7,62. (existe SCAR 7,62; 5,56 e uma outra versão a ser desenvolvida nos calibres 6,5 ou 6,8) Da mesma forma pode-se fabricar aqui a .30 e uma .50 da própria FN fazendo um pacote só. Depois comento sobre sobre armas mais pesadas.
Inté

sverdlov_rj disse...

Artilharia.
M-101, M-56, M-108, M-109, M-114, L-108, L109... de certa forma tudo isso já está ultrapassado. Adoro os Oto Melara. Faria a manutenção e guardaria um pra mim se pudesse. Me apego a esses brinquedinhos. Rsss
Na necessidade usaria até uma pedra na catapulta, mas não dá mais.
Precisamos de 1 tipo de canhão de 105 mm barato, leve, portátil, com capacidade de uso pelo pessoal paraquedista, de selva, de montanha, fuzileiros, infantaria leve, e que possa futuramente ser equipado em veículo autopropulsado... que tenha manutenção fácil, que possa ser construído aqui e a munição também. (o light gun pelo que sei tem a munição sendo fabricada na Fábrica de Munições da Marinha em pequena escala). Algo que seja único para poder padronizar todo o exército e fuzileiros. O seu alcance deve ser algo acima dos 20 km para ser compatível com os outros existentes e sua preparação para combate tem de ser simples e rápida. Eu prefiro que façam um projeto totalmente novo e nacional, portanto nem citarei modelos já existentes.
Já para ser a artilharia pesada, pode ser o Alemão PzH 2000. Parece que existe a versão dele rebocada. E tem um outro de 152 mm que é levado sobre rodas mas nem sei quem fabrica. Vi uma vez na net mas não sei onde. Assim como o morteiro russo de 240 mm é extremamente interessante. Como acho que a quantidade a ser comprada seja pequena e dificilmente nos transfeririam o projeto, pode ser uma boa compra. Os russos também fabricavam um bom morteiro automático de 120 mm. Alguém sabe me informar sobre a eficiência e grau de quebra dessa arma? Seria algo novo e complementaria junto com o morteiro de 240 as distâncias mais curtas que não seriam atingidas pelos Astros. O Astros nem vale muito a pena perder tempo falando. É muito bom e extremamente necessário. Até os fuzileiros já constataram isso e encomendaram.
Morteiros pequenos de 81 mm nós já fabricamos as os de 60 mm parece que vem importados. Será que ninguém no Brasil consegue fazer um tubo decente com uma base de metal??? Deveras idiota para um país que quer lançar foguetes no espaço.
Li uma vez o comentário de um oficial russo nos anos 80(como o tempo passa)que a melhor arma que um soldado achava era o morteiro. Fácil, barato, leve, faz bastante estrago, levanta bastante poeira e faz um barulho enorme. Essa arma dá um poder imenso a tropa de infantaria que a possui e mina a moral da tropa adversária. Barulho é tudo de bom. rsrsss
Depois comento sobre outras idéias para reequipamento do nosso exército. Queria muito que alguém comentasse minhas idéias para ver o quanto eu estou defasado. Aguardo uma resposta.
Obrigado

Akin disse...

Carlos suas sugestões foram ótimas e seu blog está de parabéns como sempre!
Vejo que você têm muitas sugestões interessantes para nossas forças armadas e penso que isso é realmente um alívio, uma prova de que o patriotismo não morreu no nosso país.
Quanto a todo a sujeira de nossos políticos ,não se preocupe pois ela será lavada...Os jovens desse país estão novamente com seus corações em chamas, a indignação já está mostrando sua face.Há muitos jovens que como eu desejam um futuro melhor para nosso povo e nós o traremos pode ter certeza disso!
E sobre o assunto militar ,eu tenho uma dúvida e gostaria que você me respondesse:Quantos e quais helicópteros de ataque vc recomenda para nossas forças ou será que não seria melhor que considerássemos uma parceria com a Denel?Sobre os nossos mbts,vc recomenda que façamos como os canadenses colocando uma nova torre e melhorando sua blindagem?
Quanto ao equipamento do soldado oque você recomenda(desde proteção até farda e camuflagem além de equipamentos eletrônicos)?Considere um aumento significativo da verba.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Akin.
Obrigado pelas palavras. Eu recomendo o helicóptero A-129 italiano por ele ser relativamente barato, ágil e contar com sistemas ocidentais dos quais estamos muito familiarizado. Estes helicópteros precisariam estar armados com misseis como o Hellfire (teriamos que integrar a arma) ou o Brimstone. Para os MBTs, considero que poderíamos modernizar sim, a torre e a blindagem do Leopard 1A5 para um padrão similar ao canadense. O canhão, porém, de 105 mm, deveria ser substituído por um de 120 mm, o que implicaria em um custo maior nessa atualização.
O uniforme do soldado teria a padronização do uso constante do colete balístico nível III (suporta todos os calibres de fuzis de assalto usuais. O fuzil poderia ser o IA-2 em calibre 5,56 mm, porém haveria uma versão para "!caçador" do IA-2 com cano reforçado e alongado, equipado com freio de boca adaptado a receber silenciador. Esta versão não existe, mas seria relativamentre simples de desenvolvela.
Todos os soldados teriam uma pistola que poderia ser a PT-809 em 9 mm.
Abraços

BLOG RESERVA disse...

Companheiro, é bom lembrar que o SCAR é uma carabina utilizada por uma parte das forças armadas estadunidensse, e nao brasileira. O Brasil precisa de um fuzil nacional com qualidade internacional. O fuzil Imbel IA2 esta nas fazes de testes finais e, este sim, sera um otimo substituto ao FAL. A linha de raciocinio vale às pistolas, também.
Outro ponto, calibre 762 é com certeza muito mais potente que o 556, porém, em areas de conflito moderno, espaços apertados, é necessario um fuzil com um pouco mais de munição no cartucho ( sao 10 balas a mais ). Claro, a verção 762 tambem estara desponivel ao exercito. Cada missão é uma missão, cada lugar é um lugar. Não generaliza.
O Brasil esta em uma fase de modernizacao das forcas armadas, os equipamentos atuais estao ultrapassados. Avioes de caça novos, fuzis novos e taticas novas. Se possível, nacionais . Industria forte, DEFESAS fortes.
Brasil, verás que um filho teu nao foje à luta!

EduardoEB disse...

Artilharia 105mm para Grupos de artilharia já está ultrapassado. O calibre para o apoio de fogo no nível Brigada é o 155mm e para as Divisões de Exército os calibres acima de 200mm.
Se o Brasil possuísse apenas Grupos dotados de Obuses 155mm já estaria muito Bom e adequado, sendo que os das Brigadas de cavalaria tem que ser necessariamente auto-propulsados.
Os alvos mais estratégicos das manobras das Divisões e Corpo de Exército podem e devem ser batidos pelo Astros ou pela aviação. Para situações específicas basta ter um Grupo 155 em cada Divisão o qual poderá reforçar os grupos das Brigadas aumentando o volume de fogos ou a frente apoiada; e ainda podem formar um agrupamento-grupo para alvos e situações estratégicas da Divisão.
Artilharia precisa de Poder de destruição, inclusive contra blindados, mobilidade e alcance, sem esses 3 fatores será um alvo compensador muito fácil.
Esqueçam os 105mm e os auto-REBOCADOS pelo amor de deus.

Emilio Machado disse...

Seguindo a mesma linha de nosso caro amigo Carlos, possuo uma linha de pensamento bem diferente:

No parte de armas leves, acho que devemos continuar com nossas armas nacionais mesmo e suas respectivas atualizações não vou falar de nomes pois não conheço muito.

Tanques:

Na minha opinião o exercito fez a maior burrada em adquirir um lote extra do Leopard 1 A5, em minha opinião cabia 2 soluções 1- comprar um lote menor de leopards 2 A6 ou remodelar o Osório e adapta-lo as novas exigências.
Quanto aos Guaranis achei perfeito a escolha e a quantidade.
Na questão de artilharia concordo com o Carlos 80 baterias seriam suficientes, porém acho que o governo deveria investir nos Astros para estes poderem proteger a costa. Recentimente o governo liberou verba para comprar
36 M-109 A4 acho o numero bem suficiente, também concordo com o Carlos na questão dos Lightguns, porém acho que poderíamos adquirir artilharia de 155mm e também mais uma centena de Halwks da Avibras.
AAA: 12 baterias de S-400 ou 300 seriam suficientes + 36 THOR M3 + 300 lançadores de Igla-S.
Helicópteros:
Já foram comprados 16 EC725 + 24 seria o ideal ou seja 40 helicópteros as forças poderíamos fazer deslocamentos de grandes contingentes rapidamente em território nacional + 38 MI-35 para serem montados aqui pela Odebrecht.
Concordo que poderíamos comprar ao menos 6 mi-26.
Barcos: compramos 4 lanchas colombianas acho que ao menos 40 seria o ideal, elas teriam que ser equipadas com os lançadores Igla-S.
Misseis: MSS 1.2 ao menos 500, MAR.1 ao menos 100.
Outras coisas que deveremos ter padronizado para as tropas seriam GPS, Óculos de Visão noturna e radio criptografado.

Icaro Cezar disse...

Apenas 4 unidades do eficiente helicóptero UH-60/S-70 Blackhawk estão em uso no exército Brasileiro...meu Deus.

Me orgulho de ser Brasileiro mais com todo respeito a voces camaradas um pais como o nosso que é o quinto maior do mundo e tão rico em recursos naturais ter somente 4 hell na ativa?

Não é atoa que as potencias não querem o Brasil com um assento permanente no ONU, seria como uma criança que brinca com fogo.





Icaro Cezar disse...
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Mariana disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
prata disse...

Carlos,
No quesito das metralhadoras, vc não acha a HK 121, uma boa opção para substituir as boas, mas cansadas MAGs.
Desde já, muito obrigado

Carlos E. S. Junior disse...

Olá Prata. Ambas as armas sõ muito boas. O HK-121 tem uma cadencia de tiro um pouco menor. O peso é equivalente e por isso creio que não seria tão interessante nesse caso. A FN MK-48 é mais leve e tem a mesma confiabilidade de ambas sendo que ai sim, encontramos um armamento que agrega mais valor a infantaria.
Abraços

JOAQUIM BRASIL disse...

Acho que já passou da hora do Brasil equipar melhor suas forças armadas. Os soldados ainda usam fuzil FAL e não usam pistolas. Deve ser triplicado, no mínimo, o efetivo de militares e equipamentos militares na Região Norte. O Brasil também deveria ter bomba atômica, pois, se quees a paz, prepara-te para a guerra.

JOAQUIM BRASIL disse...

Acho que já passou da hora do Brasil equipar melhor suas forças armadas. Os soldados ainda usam fuzil FAL e não usam pistolas. Deve ser triplicado, no mínimo, o efetivo de militares e equipamentos militares na Região Norte. O Brasil também deveria ter bomba atômica, pois, se quees a paz, prepara-te para a guerra.

prata disse...

Olá Carlos,
Concordo que MK-48 seja mais leve.
Porém, para substituir as MAGs e as MG 42 nos Leopards, helicópteros e demais blindados, não poderia vir a ser uma boa opção? Sendo que as MK-48 substituiriam as MAGs em uso pela infantaria ?
Abraços

Carlos E. S. Junior disse...

Sem duvida! É minha opção atual para substituir as MAGs.

Carlos E. S. Junior disse...

Sem duvida! É minha opção atual para substituir as MAGs.

prata disse...

Olá Carlos,
Apesar da M249 já ser usada pelo exército, portanto ser de treinamento, manutenção e preço mais acessíveis, vc acha a Ultimax ( já vai uma dica para um artigo) como uma opção viável de LMG ? Quais seriam outras boas opções ?
Abraços e desde já, muito obrigado

Carlos E. S. Junior disse...

Olá Prata.
A Ultimax usa um calibre pequeno, o 5,56 mm. Prefiro, ainda, metralhadoras como a HK-121 em calibre 7,62 mm.
Abraços

prata disse...

Olá Carlos,
Você acha que além do rpg 7, a SMAW e o MATADOR também seriam boas opções ?
Muito obrigado

Carlos E. S. Junior disse...

Olá Prata. O SMAW eu não considero uma boa arma. Prefiro o Matador ou o RPG em suas versões mais recentes.

prata disse...

Olá Carlos,
o exército não seguiu tudo o que disse, mas ma FN minimi substituirão as FAP.
abraços

David disse...

Olá Carlos. Otina a matéria e adoro suas reflexões sobre a modernização das nossas entidades militares. Gostaria de perguntar, vc acredita que sistemas anti-aéreos são mais eficazes, lançadores de misseis como o BUK M1 ou tipo Skyshield que atira projeteis? que eu saiba é mais facil usar manobras evasivas no caso de misseis do que de projeteis. Me corrija se eu estiver errado.( estas comparações são em relação a aeronaves como caças como F-15, F-22, Rafale, etc.

Abraços

Carlos E. S. Junior disse...

Olá David. Certamente que sistemas de defesa antiaerea baseada em mísseis são mais letais. O Buk M1 e seus modelos mais recentes são, claramente, uma grande dor de cabeça para qualquer invasor, mesmo com aeronaves stealths.
Abraços

David disse...

Mais letais sim mas porem nao seria mais facil desviar de um missil do que uma rajada de balas 35m ( que tambem causam um bom estrago) ?

Abraços

Carlos E. S. Junior disse...

Por incrível que pareça, muitos mísseis atingem velocidade terminal maior que projéteis de canhão. Fora isso,o alcance de canhões antiaéreos são bastante limitados.

prata disse...

Olá Carlos,
Eu tenho visto na internet reclamações com relação a confiabilidade das pistolas fabricadas pela Taurus. O que você tem a dizer sobre isso ?
Abraços

Carlos E. S. Junior disse...

Olá Prata, As pistolas da Taurus fornecidas para a PM de São paulo estão com um grave defeito de projeto e estão precisando passar por uma adaptação para que parem de disparar sozinhas. Porém, os mesmos modelos fornecidos no mercado norte americano não apresentaram tais eventos de falhas. penso que o produto fornecido para o governo não tenha o mesmo padrão de qualidade dos fornecidos no mercado americano, muitíssimo exigente nesse segmento. As pistolas vendidas para os civis não tem esse mesmo problema. Eu tenho uma que funciona perfeitamente.
Abraços

prata disse...

Olá Carlos,
Vc viu esses novos capacetes ?
http://www.defesanet.com.br/laad2013/noticia/10320/FMS-Introduzira-a-Proxima-Geracao-de-Capacetes-/
O que vc acha ?
abraços