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sexta-feira, 10 de abril de 2009

FUZIL AR-15/ M-16. Um classico rifle norte americano


DESCRIÇÃO
Poucas armas foram tão expostas na mídia com a força que se viu com o nome AR-15. Muito se fala, sobre esta arma de “grosso calibre” (A MAIOR ASNEIRA QUE SE FALA), Sobre que ela perfura qualquer blindagem, que ela destrói tudo que ela atinge... e outras imbecilidades. Na verdade todo esse folclore é fruto de uma cultura imposta nesse país de que um cara armado com um 38 ou uma pistola em calibre 380, é considerado uma pessoa bem armada. No mundo, existem países que são democráticos de verdade e onde o cidadão pode comprar o melhor instrumento para se defender e não são impostas limitações ingênuas e sem sentido, como a que limita os calibres em 38 ou 380. Nos Estados Unidos, por exemplo, o calibre 380, que no Brasil é a sensação das lojas de armas, é considerado o menor calibre que alguma pessoa pode usar com alguma eficiência, devido ao seu fraquíssimo poder deparada. Alguns ainda citam o adjetivo “anêmico” quando se fala nessa munição.
Voltando ao assunto desta matéria, nosso enfocado, o clássico fuzil AR-15, que é uma das armas de fogo mais difundidas na história, estando em uso em quase todos os países do ocidente na forma de arma de uso policial, militar ou mesmo, em caças de pequenos animais roedores, ou pragas do campo, também conhecido com arma de “Varmint”, devido ao fato de munição 5,56mm ser um calibre pequeno, porém de altíssima potência, permite poucos danos na frágil estrutura do corpo desses pequenos animais. Havia, também, um conceito, de que, no campo de batalha, se vc matasse o soldado inimigo, ele seria deixado para trás. Seria um a menos. Porém, se você ferisse seu inimigo, você inutilizava 3 soldados, pois eles teriam que carregar seus feridos, e ainda usar uma infraestrutura para tratar desses feridos, causando um poderoso desgaste moral no inimigo. Encima desse conceito, que se decidiu pela diminuição do calibre para o 5,56 mm. Porém, não pensem que este cartucho não seja letal. Ele é com certeza, mas consideravelmente menos potente que o 7,62 mm, usado no M-14 americano e, que ainda é usado pelas forças brasileiras na forma do conhecido FAL.
Acima, o primeiro AR-15, sem nenhuma das melhorias que ocorreram depois das falhas em combate, e abaixo, o modelo M-16 A1, com o botão de fechamento do ferrolho, par ser usado em casos de falhas decorrentes de residuos e sujeiras excessivas.

O AR-15 foi idealizado pelo gênio projetista Eugene Stoner que trabalhava para a empresa Armalite, e baseado no , não tão conhecido AR-10, também, criado por Eugene, mas em calibre 7,62 mm. Em 1957 o exercito dos Estados Unidos encomendaram um novo fuzil que usasse um calibre menor, que o 308 winchester, também conhecido por 7,62 mm, e que fosse leve para ser transportado com mais munição pelos soldados. A munição teria que ser algo em calibre 22 e com capacidade de perfurar um capacete de aço padrão a 500 metros. Eugene Stoner usou como base seu rifle AR-10 e construí o AR-15, em calibre 223 remington ou 5,56 X 45 mm, que era um calibre derivado do calibre 222 remington, usado para caça de pequenos animais. Em 1958 a Armalite entregou os primeiros fuzis ao exercito para testes de campo, o que acabou mostrando problemas com relação à precisão e a confiabilidade da arma. Em 1959, a armalite estava decepcionada com os resultados desfavoráveis do AR-15 e vendeu todo o projeto e direitos a companhia Colt , uma muito consagrada fabricante de armas mundial e o senhor Eugene Stoner foi parar dentro da fabrica da Colt. E nesse ano a Colt mostrou O AR-15 para o comandante da força aérea americana que comprou, aproximadamente, 8000 fuzis para substituir as antigas carabinas M-1 e M-2. Em 1962 o DARPA (departamento de projetos avançados dos Estados unidos), comprou 1000 AR-15s e os mandou para testes de campo no Vietnam do sul, e esse fato resultou em uma encomenda de 85000 fuzis para o exercito e mais 19000 para a força aérea. Porém os resultados em campo, começaram e se mostrar preocupantes pois o AR-15 estava apresentando grandes problemas de funcionamento, que estavam sendo ocasionados pelo tipo de pólvora que era usado nos cartuchos. Essa pólvora, a IMR tubular da Du Pont era usada em cartuchos 7,62 mm, causava um grande e rápido depósito de carbono nas partes internas da arma, e, depois de quente, esse depósito, esfriava e endurecia fortemente como se fosse uma cola de secagem rápida travando a arma em definitivo. Para evitar esse tipo de ocorrência seria necessário que se limpasse a arma a todo o momento, o que não era uma prática muito difundida no atoleiro que se tornou os campos de batalha vietnamitas. A substituição da pólvora usada, somado a mudanças na arma como um novo mecanismo de amortecimento para diminuir a cadência de tiro, a cromeação da câmara e canos da arma evitaria a oxidação por causa do ambiente úmido do sudeste asiático fez surgir o M-16 A1, uma arma que embora fosse confiável, estava com dificuldades de apagar a péssima primeira impressão que havia tido inicialmente.
Acima podemos ver um fuzil M-16 A2, que teve a posição de rajadas curtas incorporada na tecla de seleção de tiro, como sua maior evolução mecanica em relação ao AR-15 original.
No fim da década de 70, as forças armadas dos EUA e a própria Colt começaram a estudar melhorias que fossem possíveis de se aplicar ao AR-15, e aí, nasceu o M-16 A2, uma arma de cano mais pesado e resistente, troca do passo do raiamento do cano de 1:305 para 1:17, tornando mais adequada a o tipo de munição SS109 usada como padrão pela OTAN. A troca da telha por uma nova em material sintético mais resistente e ainda tinha disponível uma nova posição no seletor de tiro: a de raja curta de 3 tiros.
Acima e Abaixo temos o atual modelo de M-16, na versão A-4. Esta arma sese tornou muito eficaz com a adoção dos divresos trilhos espalhados pela parte de cima e pela telha, permitindo a montagem rápida de acessórios. Qualidade, normalmente, encontrada em armas de projeto mais recentes.
Atualmente, esta arma é fabricada por muitas empresas que adquiriram o direito de produção e que através de novas melhorias, teve novas versões, como o M-16 A3 que trabalha totalmente em automático ou em semi auto, usando das mesmas qualidades e resistência da versão A2 e ainda tinha a alça de transporte substituida por uma removivel; a nova versão M-16 A4, que voltou a ter a disponibilidade da posição de rajadas curtas de 3 tiros, e ainda teve montado um trilho tipo picatinny, que permite o uso de miras ópticas, que podem ser instaladas sem necessidade de um armeiro. Esses trilhos picatinny, estão presentes na telha também para permitir o acoplamento de lanternas, miras laser, câmeras e lança granada.
Acima: Aqui temos um exemplar do fuzil M-16 A1 com lança granadas M203. Este modelo foi o que se tornou padrão para o M-16 com esse acessório.
Acima, podemos ver um M-16 A4 com o lança granadas M203. Notem a mudança no desenho da telha, para permitir a montagem de acessórios, além do lança granadas.
Falando em lança granada, é interessante notar que o modelo M-16 A1, equipado com um lançador de granada M-203 e 40 mm se tornou muito popular depois da apresentação do filme “PREDADOR”, Onde o ator Arnold Schwarzenegger, usa uma dessas armas. O lança granada M-203, permite uma grande melhoria no potencial de letalidade do infante com um dispositivo mais leve que um lança rojão, ou bazooca como prefere alguns, integrado à sua arma principal, flexibilizando o seu uso. Muitos exércitos atuais, acabaram por adotar de lança granada os seus fuzis, depois que essa modificação foi demonstrada como eficaz pelo uso pioneiro no exército dos Estados Unidos.
Acima, o fuzil Colt Commando, que foi o primeiro modelo de AR-15 curto e entrar em serviço. Observem o grande quebra chamas na ponta do cano.
Posteriormente ao início operacional do M-16, o exército dos Estados Unidos, requisitou que fosse desenvolvida uma versão menor do M-16, para o uso nas suas forças de operações especiais , como os Boinas Verdes, e essa versão curta foi chamada de XM-177, e designada no US ARMY como CAR-15 ou “Commando”. Essa versão possuía um cano de 10 polegadas e um grande quebra chamas na ponta pois essa arma apresentava enormes labaredas quando atirava. O Colt Commando foi muito popular por causa de sua levesa e facilidade de transporte. Era uma arma usada por operadores de rádio que necessitavam de um rifle mais leve, e por oficiais.
Acima: O modelo inicial da carabina M-4, era diferente que o usado nos dias de hoje tendo sua alça de transporte fixa, sendo que os exemplares de hoje apresentam uma alça removivel..
Abaixo os 2 exemplares do modelo M-4 A3 SOPMOD, atualmete em uso pelas forças especiais dos estados Unidos. A carabina de baixo, tem um sistema de miras laser e uma microcamera instalada na pequena armação lateral na telha, que serve para o soldado praticar o que chamamos de tiro indireto, onde o soldado se esconde em algum obstaculo como uma quina de um prédio, por exemplo, e expõe apenas a arma, que com a camera montada, permite ao soldado visualisar, mirar e atirar certeiramente, se expor mais que sua própria mão.
Abaixo, uma carabina M-4 A3 com seu lança granadas M203. Também é muito comum o uso deste modelo pelas tropas em ação em combates urbanos no Iraque e afeganistão.
Em 1985 o US Marine Corp ou corpo de fuzileiros navais dos Estados Unidos encomendou uma versão do fuzil M-16 A2 que fosse menor, e para isso o Colt Commando foi usado como base, embora seu cano devesse ser maior que a do Colt commando, tendo, assim o comprimento de 14 polegadas e meia. Essa nova versão se chama M-4 e é extremante comum nas forças americanas, em combate no Afeganistão e no Iraque. Embora o M-4 seja chamado de carabina, ele, ainda possui a posição de tiro em rajada. Hoje a versão mais moderna em produção é a M-4 A3, que possui seletor de tiro com rajadas curtas de 3 tiros, e alça de transporte removível.
A evolução do AR-15 nesses 44 anos de existência melhorou muito, a confiabilidade e eficiência desta arma, sendo que as novas versões são armas modulares com fácil montagem de acessórios e com boa precisão.
Para o futuro existe uma tendência de se adotar um novo calibre para o fuzil das forças armadas americanas. Depois de 4 décadas, alguns conceitos mudaram no campo de batalha e o calibre 5,56 mm, tem levantado críticas pelos soldados americanos que tem tido dificuldades de derrubar os guerrilheiros iraquianos e afegãos, com apenas um tiro no tórax, sendo que muitas vezes, quando o inimigo se encontra longe,o soldado americano tem tido que atirar uma segunda vez para “parar” a ação do inimigo. O calibre mais provável a ser incorporado, é o 6,8 mm SPC (Special Purpose Cartridge), que tem o mesmo comprimento do 5,56, porém é pouco mais largo. Esse calibre já foi testado em combate no Afeganistão e o resultado foi considerado muito bom pelos soldados. Recentemente foi trocado o projétil SS-109, que era padrão OTAN, por um com maior peso, chamado de MK-262 com 77 grains, fabricado pela Black Hills, o que mostrou uma melhora na letalidade, porém esse assunto se encontra em aberto, e nenhuma decisão foi tomada ainda.

Acima: Nessa foto dois exemplares do modelo M468, versão do AR-15 em calibre 6,8 mm SPC, fabricado pela Barrett, conhecida por fabricar grandes rifles em calibre 50, como os M-82 que já foco de matéria deste blog.

FICHA TÉCNICA
COLT AR-15 A2
Tipo: Fuzil semi-automático

Miras: Regulagem lateral na alça a 4 posições fixas de massa e alça para regulagem em elevação.
Peso: 3.2 Kg (vazio) 3.6 Kg (carregado) .
Sistema de operação: A gás com ferrolho rotativo
Calibre: 5,56 X 45 mm (223 Remington)
Comprimento Total: 1 m
Comprimento do Cano: 20 polegadas .
Velocidade na Boca do Cano: 908 m/seg.


Abaixo: Uma recruta do exército dos EUA com seu M-16 A-2.

COLT M-4 A-3
Tipo: Fuzil automático.
Miras: Regulagem lateral na alça a 4 posições fixas de massa e alça para regulagem em elevação.

Peso: 3.0 Kg (vazio) 3.52 Kg (carregado)
Sistema de operação: A gás com ferrolho rotativo.
Calibre: 5,56 X 45 mm (223 Remington)
Comprimento Total: 88.3 cm com a coronha aberta, e 79 cm com a coronha fechada
Comprimento do Cano: 16 polegadas .
Velocidade na Boca do Cano: 830 m/seg.

cadencia de tiro: 950 tiros/min

Abaixo, um soldado em treino com sua M-4 A1.

Abaixo, um M-4 A1 com lança granada e mira optica. Nesse exemplar foi montado uma extensão do trilho picatinny, que se extende até acima da telha.


Acima: Um "feliz" cidadão com seu M-4 A-3 com lança granadas.

ABAIXO UM VIDEO DE TESTE DA CARABINA M-4.

56 comentários:

Ramon disse...

Parabéns, Emilio. Seu trabalho é muito interessante, é pena o nosso país não ser tão democrático quanto os Estados Unidos, talvez o ídice de criminalidade seria até menor.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Ramon. Obrigado. Realmente falta muiota coisa no Brasil para poder ser chamado de democracia.
Abraços

Thiago Nascimento disse...

Parabéns!!!!! gostei muito. mas quanto ao começo que lhe dizer uma coisa. Brasil é Brasil, não é Estados Unidos. o que é bom para eles nã é viável para nós. por isso ar-15 aqui é grosso calibre é e nunca deve ser legalizada a sua venda ao cidadão. não é uma limitação sem sentido, tem que ser assim.
valeu!

Joao disse...

Caros amigos, sou novato na internet, mas possuo um colt ar15 modelo antigo com alça de mao no conjunto de miras, este esta legalmente registrado no exercito, desta forma, preciso de alguem que possa me ajudar a adquirir a parte superior do fuzil sem a alça de mao...Agradeço...Meu e-mail é antisequestro_policiacivil@hotmail.com

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá João.
A empresa Rock River Arms dos Estados Unidos é uma empresa que além de fuzis tipo AR, produz partes desta arma para "upgrades". O site deles é: http://www.rockriverarms.com/index.cfm
Porém existe a possibilidade de sua versão do AR-15 ser tão antiga que seja incompativel com as peças dos AR modernos. Outra coisa é a provável irregularidade legal do procedimento de alteração das caracteristcas de uma arma de fogo. Lembre-se que no Brasil o proprietário de uma arma de fogo, mesmo policial, é sempre mal visto... normalmente nos colocam na mesma categoria de assassinos.
Verifique sobre as regras de propriedade de armas de fogo junto ao exercito antes de adquirir um "upper Receiver" (nome da peça que você está querendo) para modificar as características de seu fuzil.
Abraços

lanuce disse...

Falando de armas , por que alguns exercitos , tem padronizado a principal arma de seus snaipers no calibre .50, como ex. o AS50, neste calibre elas não deixam de ser uma arma anti pessoal somente?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Lanuce. Na verdade não está havendo uma padronização. O que existe é que fuzis em calibre 50 tem se tornado comuns em organizações militares e policiais, porém, sempre, com um uso bem específico. Um uso interessante destas poderosas armas, é a de "anti-sniper". Com seu alcance absurdamente superior ao dos calibres mais usados por snipers, os rifles calibre 50 funcionam bem pois são disparados longe do alcance dos sniper inimigos.
Abraços

lanuce disse...

o psg1 ainda é o preferido dos snipers de grupos padrão SWAT ou hoje em dia existe um melhor e mais usado que ele?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Lanuce. O PSG-1 é uma excelente arma semi-automatica para tiros de precisão. Porém atiradores de elite, costuma preferir fuzis de ação por ferrolho "bolt action". Para isso existe uma infinidade de armas de qualidade fantásticas no mercado. Preciso pesquisar qual tem sido o modelo mais usado.
Abraços

Skill disse...

Uma arma mt bonita!

Chama realmente a atenção.

Considerações:
Muito "fragil" para ambientes rusticos, para ação policial é exelente (versão curta).

A munição tem de fato pouco poder de parada.
Qd idealizaram esta munição não estudaram o campo de batalha da epoca (vietinam, mata,etc).
E o campo de batalha de HJ: coletes balisticos, combate em localidades (portas, janelas,deserto..distancia etc).

Se não me engano fizeram um modelo com o calibre russo o 7,62x39 e superou todas as espectativas em poder de parada e outros criterios.

Mas....como dar o barço a torcer né???? e ainda mais pros russos!!!!

abraço

Cereal disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lucas disse...

Olá Emilio. Andei vendo dados sobre o calibre 6,5mm Grendel que pode ser adaptado para o AR-15. Gostaria de saber qual sua opinião a respeito desse calibre e se o 6,5mm seria mais fiável que o 6,8 mm no combate urbano. Continue com a excepcional qualidade vista aqui.
Abraço

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Lucas. Obrigado pelo elogio.
Eu já tinha ouvido falar dessa muniç~]ao, mas ainda não li nada sobre seu desempenho. Por isso não posso afirmar nada sobre ela.
Abraços

Carlos (Bean) disse...

Parabéns pelo post, e obrigado por trazer essas informações a pessoas menos esclarecidas(Eu) quanto a armamentos. Esses reporteres semi-analfabetos deviam dar um lida no seu blog pra falarem menos bobagem na tv.

rafael.tcharles disse...

Carlos, tenho uma dúvida a respeito dos tipos de munições para fuzis e pistolas, quais os principais tipos, e os que causam maior dano ao alvo. Agradeço desde ja, forte abraço. ate mais

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Rafael.
Sua pergunta é parece simples, porém a resposta é super complexa e depende do calibre que avaliaremos. Por exemplo: No pequeno calibre 380 ACO, o maior que se pode usar por civis no Brasil, a munição Golf, que tem ponta oca e um projétil pouco mais leve que o padrão para o calibre, consegue o melhor resultado de danos neste calibre, entendeu? Para munições calibre 9 mm, a munição ponta oca silver point da Winchester é a melhor, e ela usa carga + P também.
No calibres de fuzil, muitas fabricas produzem munições em 5,56 mm ideais para caça, onde o projétil se fragmenta causando rápida morte do alvo, pórém, esses projeteis são ineficazes contra alvos atras de portas ou dentro de carros, por exemplo.
Abraços

rafael.tcharles disse...

Ola Carlos, valeu pela resposta rapida. Se me permite a liberdade, eu sinto falta de uma materia sobre a AA-12 que se nao me engano, é a unica arma calibre 12 automatica, e tambem usa alem das munições normais projeteis especiais, obrigado mais uma vez.Forte abraço.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Rafael. A AA-12 será foco de matéria num futuro. Fique antenado no Blog ou mande seu e-mail para saber das atualizações do blog.
Abraços

BAuiM... Só oS mAnO Fecha!! disse...

como faço para adquirir uma arma calibre 5,56 que seja AR ou Fz MD2.... tenho porte de arma pelo estado..... AEVP-ES

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Desconheço a sigla "AEVP". Oque significa? E mais.... Porte de arma, vc tem sobre uma arma especifica... para se ter o porte, antes vc tem que ter a arma em si.

fred disse...

Eu ainda cho que o melhor fuzil do mundo é o AK-47,e você o que acha?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Fred. O AK já foi....
Hoje, o melhor fuzil, sem duvidas é o FN SCAR.
Abraços

matheus disse...

O FN-SCAR, conheço por Scar-H, tem sido utilizado por alguma força armada no mundo?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Matheus. A sigla "FN" diz respeito ao fabricante. SCAR é o nome do modelo. O SCAR pode ser o SCAR-L, mais conhecido como MK-16 e o SCAR H, mais conhecido como MK-17.
tenho um artigo sobre ele nesse link: http://landcombatcb.blogspot.com/2009/04/fn-scar-o-novo-fuzil-das-forcas.html

Desconheço se alguma força use este armamento como padrão. Porém já vi este fuzil em mãos de norte americanos no Afeganistão e nas mãos de soldados de uma país sul americano, se não me engano era a Colombia.... mas se tratava de uma tropa especial... Não era uma tropa que usava armas padrão do exercito.
Abraços

anderson disse...

presico de um desse ai pra vara a blindagem do utilitario toreg .50

wade disse...

Em alguns "lugares da net", observo pessoas falando de "diferenças" entre o AR-15 e M-16, como se fossem armas diferentes ¬¬'.

Alguns dizem que m16 é de uso militar, e o ar15 de uso civil...

Vejo como uma asneira, ja que em todo equipamento americano eles acrescentam o "M" na frente...

Confere?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wade. O modelo AR-15 é o nome original da arma em si. O fabricante o batizou assim. O M-16 é a designação que o exercito dos Estados Unidos dão ao modelo. Porém é praxe, designar o AR-15, como sendo a versão de tiro semi-automático (intermitente) e o M-16 ser designado como armamento militar pois tem seletor de rajada para tiros totalmente automáticos.
Abraços

1687mendes disse...

muitas tropas especiais ao redor do mundo utilizam essa arma, vc considera que pela qualidade ou por "pressao" do mercado americano? qual arma vc recomendaria para nossas tropas especiais?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá mendes. O M-4, AR-15 e M-16 de hoje é uma arma muito mais conficavel que seus modelos iniciais. É uma excelente arma, se fuvidas, mas há melhpores ainda. O SCAR da FN, e o HK-416/ 417 são armas que poderiam ser adquiridas por nossas forças especiais por serem as melhores armas desse tipo no mundo hoje. O HKG-36, também poderia ser adquirida por ter vantagens sobre os fuzis da familia AR-15.Peno que o uso destes fuzis americanos n[ao é por pressão. A escolha dele se dá por relação custo benefício. São armas relativamente baratas de adquirir e manter e ainda tem uma precisão muito boa.
Abraços

1687mendes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
1687mendes disse...

amigo acho o g36 tambem é dotação de nossas forças especiais, ja vi em alguns videos e fotos. Aproveitando o espaço, ja houve algum indicio que as forças armadas vao comprar o IA2, vc acha q é melhor o IA2 ou aquele fuzil israelense(acho) q a Taurus queria comprar o direito de fabricar?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Mendes.
O Tavor, passou por alguns problemas, e fora isso existe uma resistência dos oficiais do exercito brasileiro com essa configuração Bullpup. É difícil dizer que o IA-2 é melhor ou pior que o tavor, pois se trata de um novo produto. Mas pelo que andei lendo, o fuzil da Imbel é muito bom.

ronei disse...

Raramente pesquiso sobre armas na net,hj me deparei c/esse site e li as mat. sobre AR-15/M-16, a linguagem é clara e até leigos conseguem acompanhar o teor da matéria.Tenho 42 anos e sou atirador desde os 12 anos de idade, sou um aficcionado pelo Trap, utilizo calibre 12 de fabricação Italiana, mas a Boito tem feito um bom trabalho tbm!!!
PARABENS!!!! Rônei Oliveira

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Ronei.
Muito obrigado pelo elogio. Na verdade este blog foi criado para o publico leigo ter uma fonte de informação confiável e relativamente detalhada sobre sistemas de armas. Uso uma linguagem específica, pensando numa pessoa jovem e que anda não esteja acostumado com termos muito técnicos, justamente para manter o interesse do leitor até o fim do texto.
Abraços

c@rlos disse...

será q dava para vc consegui um rifli de asalto m16 a-1 com lança granadas?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá C@rlos.
No Brasil, o fuzil de assalto é uma arma de uso restrito. Só forças do governo podem ter. Um cidadão comum, que consiga um CR de colecionador poderá adquirir um também, mas será absurdamente complicado, dentro da lei.
Abraços

Igor disse...

o melhor é o KALACHINIKOV ,arma automatica ,não emperra,nao trava
,pode mergulhar na terra,manutenção simples,recarregamento rapido,cadencia de tiro rapida,peca na precisão ,mas arma rapida na guerra

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Igor.
Coincidentemente, o Kalashnikov é o assunto da próxima atualização do blog. Devo publicar no sabado ou domingo a matéria dele. Mas já lhe adianto umas coisinhas. O AK-47/74 são mecanicamente mais confiáveis que um M-16A1. Os modelos mais modernos da família AR-15, como o M-16A2 e A4, a confiabilidade mecânica se igualou a do Kalashnicov. A precisão dos velhos fuzis Kalashinicov é considerada ruim (mesmo pelos próprios russos), mas eles não se preocupam por isso, pois o projeto do AK-47 visou o uso em tiros totalmente automáticos disparados da altura da cintura... ou seja... tiros instintivos.
Abraoçs

Bruno disse...

Carlos, na Ficha Técnica do M-4 A3, você inverteu o peso dessa arma quando vazia e carregada. Está assim:
Peso: 3.52 Kg (vazio) 3.0 Kg (carregado)

Arruma aí. E belo artigo sobre o AR-15, muito bom.

Chico Prato disse...

Boa matéria. Não pude ler com tanta atenção por falta de tempo, mas tenho uma dúvida em relação a sigla M no M-16. Alguém sabe o que significa? Eu tenho impressão de que seria o mesmo que Mk ou Mark como por exemplo Mk-48 ou qualquer armamento que tenha Mk antes do número de identificação. Seria isso?
ABS

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Chico. O "M" significa "Model" ou modelo.
Abraços

0-6 disse...

Já vi em vários posts na web, seja dos EUA ou aqui do Brasil.. Ambos sempre destacam a M16A4 como uma arma mais confiável que a M4A1... é válido afirmar isso? Eu acho que é, pois a M4 tem um cano menor e assim torna-se uma arma esquenta mais rápido certo? logo tem a maior possibilidade de falhar do que a m16? corrija-me se eu estiver errado =D, abraços!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Ola 06.
O M-16A4 tem a vantagem de um cano mais longo permitindo uma melhor aceleração do projétil e consequentemente mais energia e uma balística mais tensa. Assim o M-16A4 pode ser usada com eficiência contra alvos mais longe que uma M-4. A questão do cano mais curto impacta nesse sentido, porém o cano mais curto é desejável em ambientes urbanos pois melhora a mobilidade nesse ambiente.
Abraços

Hugo disse...

Olá Carlos, gostaria de saber se vocÊ tem informações sobre a ARES Shrike, uma metralhadora feita nos modelos da M16, sabe se ela é usada pelas forças armadas de algum país?

Quando tiver tempo e ja feito todas as postagens planejadas, creio que essa arma dara um ótimo assunto.
Abraços

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Hugo. Eu conhecia este modelo sim, mas pelo que vi, não foi empregado, oficialmente por nenhuma força armada. Porém é possivel ver nas mãos de algumas forças policiais pelo mundo, principalmente na America central e mesmo em alguns departamento de policia norte americanos....
Abraços

Mendigo Sniper disse...

eu me pergunto... OQUE UM CIDADÃO NORMAL FARIA COM UM LANÇA-GRANADAS M-203???? (um cidadão normal eu não sei... mas eu faria um grande estrago heheheh)

Allan Borges disse...

Sinceramente , tirando o fato de que o AR15/M16 e afins podem integrar acessórios com maior facilidade , considero o M14 e nosso FAL superiores ao AR15/M16 . Aliás , por que és tão cruel com o FAL Carlos ?
(Não que eu não tenha aprovado o IA-2 , que aliás só mudaria alguns detalhes : usar mais polímero para diminuir o peso , e inclusive polímero translúcido no carregador , e um cano mair para os caçadores )

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Allan.
Não considero que eu tenha sido "cruel" com o FAL. É um dos melhores fuzis da história. O problema é que seu tempo passou. É uma arma grande, pesada, de difícil incorporação de miras externas e acessórios. O M-16 foi modernizado muito e melhorou em muitos aspectos nestas modernizações, inclusive em confiabilidade mecânica. Tenho um artigo dedicado ao FAL nesse blog.
O IA-2 é um fuzil moderno, e acredito que será um sucesso no exército brasileiro. Tenho um amigo,(colaborador deste blog) que é militar e já atirou com o IA-2. Ele fez só elogios ao modelo.
Abraços

Vinny Souza disse...

Olá, bom dia! No começo da matéria você sitou a 380, eu sempre aficciondo por ela e pela M16A4 porém, nunca tive arma alguma, gostaria de saber oque eu preciso fazer para poder comprar uma legalmente, se puder me ajudar?
Desde já agradeço

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Vinny.
Para adquirir uma arma de fogo legalmente vc precisa não estar sendo processado por crime doloso contra a vida, e nem ter sido condenado. Deve ter emprego e residencia fixa. No site da policia federal há a relação de documentos necessários para o requerimento de registro de arma, que é o documento necessário para cada arma que vc adquire. Procure uma loja de armas de fogo que eles poderão lhe auxiliar na aquisição. Normalmente eles encaminham seus documentos e requerimento de compra de arma para um despachante que faz o serviço (e cobra por isso).
Abraços

Allan Borges disse...

Poxa , muito bom então Carlos !!! É que eu acho que poderíamos aproveitar o FAL de modo semelhante ao que os Estados Unidos fez com o M14 .
E tenho pesquisado , tudo no IA-2 parece ser realmente de primeira !!! Vi um vídeo sobre a baioneta do IA-2 , a faca Imbel AMZ , e até nisso me impressionei !

Será que o pode-se dizer que o IA-2 está entre os 3 melhores fuzis da atualidade ?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Allan.
Para se classificar um fuzil como o melhor ou como um dos melhores, precisamos reunir algumas informações relevantes como: Quantos disparos ele consegue efetuar sem que ocorra falhas de alimentação ou incidentes de tiro?
ou, ainda,como a a arma opera quando está muito suja? Há peças que se quebram facilmente?
A primeira e a terceira pergunta tem suas respostas guardadas dentro da fábrica da Imbel e eles não publicaram esses resultados. Por isso, não coloco o IA-2 entre os 3 melhores fuzis do mundo. Na minha opinião, os 3 melhores fuzis do mundo são, respectivamente, o SCAR, o HK416 e o G-36.
Abraços

fabio saydeles disse...

muito bom tua avaliação,só eu acho ele um fuzil muito bom usado por varios operadores o exercito do chile nossos fuzileiros navais se não teriam escolhido como arma principal.só falta alguém falar que o veterano FAL é melhor que o M16 A2;sem conta que o mesmo já é considerado obsoleto.

Fallschirmjäger Gewehr disse...

Sem duvida um fuzil clássico! Surgiu quando a concorrência era muito forte, mas na minha opinião ele não era melhor que os seus rivais; O HK G3, AK-47 e FN FAL.

Cerberus116 disse...

Olá Fallschirmjäger Gewehr. Na verdade, o M16 concorreu com a terceira geração de rifles de assalto (o FN FNC, o HK33 e o AK-74). os rifles que você citou (o FN FAL, o HK G3 e o AK-47) concorreram contra o M14, o antecessor do M16, e são todos rifles de segunda geração.

Victor Lopes disse...

Fuzil de assalto, em inglês se fala "assault rifle". Pela ausência da palavra fuzil no vocabulário inglês, se fala "rifle", tanto para se referir à um rifle como também à um fuzil. A tradução varia pelo contexto, ou seja, varia pela arma a que se fala sobre. Como em português existe a palavra "fuzil", o correto é fuzil de assalto e não rifle de assalto . Considerando que se você tem um rifle, pode ter um M1 Garand. Se você tem um fuzil, pode ter um M-16A4, é meio sem nexo falar "rifle de assalto".